Mês da Dança no Teatro Castro Alves – Cabine Cultural
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Mês da Dança no Teatro Castro Alves

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“…Ou Isso”

E a programação do Mês da Dança no Teatro Castro Alves continua, levando ao público, grandes espetáculos do Balé Teatro Castro Alves, como Essa Tempestade (dias 18, 19 às 15h e 20 e 21 às 20h, Sala do Coro), coprodução internacional do Ministério da Cultura/Funarte, Governo da Bahia (Secretaria de Cultura, Funceb e TCA), livremente inspirada na peça A Tempestade, de William Shakespeare (1564-1616); além da apresentação de “…Ou Isso”, nos dias 25, 26 às 15h e 27, 28 às 20h, na Sala do Coro. E para completar essa programação especial de abril, o curador artístico do BTCA, Jorge Vermelho, bate um papo descontraído com o público no dia 17, às 20h, na Sala do Coro, através do projeto Conversas Plugadas. E nos dias 20 e 21, às 20h, dois espetáculos do projeto BTCA Memória, destinado a resgatar a memória e dinamizar a dança contemporânea na Bahia, se apresentam, juntos, na Sala Principal do TCA: Pangea e Sertania, às 20h.

Conversas plugadas com Jorge Vermelho
Ator, Diretor, Produtor e atual Diretor Artístico do Balé Teatro Castro Alves (BTCA). Foi membro integrante do Prêmio de Dança do Teatro de Dança em São Paulo e membro da comissão de avaliação do Edital Myriam Muniz em 2009. Diretor Geral do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (2001 a 2009) e Diretor do Janeiro Brasileiro da Comédia (2003 a 2009). Assinou a direção de espetáculos como “Dorotéia”, “Toda Nudez Será Castigada” e “Os Sete Gatinhos”, textos de Nelson Rodrigues, “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, “Aquele Que Diz Sim e Aquele Que Diz Não”, de Bertolt Brecht, entre outros. Como ator, recebeu diversas prêmios, sendo também premiado em diversas oportunidades ao assinar trabalhos nas áreas de figurino, maquiagem, cenografia, iluminação e trilha sonora. Em 2001, recebeu o Prêmio Especial Folha de São Paulo de Melhor Espetáculo do Festival de Teatro de Curitiba com a peça “Orpheu – O Guardador de Rebanhos”.

DIA 17 na Sala do Coro do TCA
Horário:
19h
Entrada Gratuita

Essa Tempestade

Essa Tempestade
Livremente inspirada na peça “A Tempestade”, de William Shakespeare (1564-1616), “Essa Tempestade” é uma coprodução internacional do Ministério da Cultura/Funarte, Governo da Bahia (Secretaria de Cultura, Funceb e TCA), As Palavras – Cie Claudio Bernardo, Festival Europalia, Governo da Bélgica e Comunidade Francesa da Bélgica.  O espetáculo foi apresentado em dezembro passado em três cidades belgas, a convite do importante Festival Europalia, com teatros lotados e a consagração do público. Além da concepção e coreografia, o cearense Cláudio Bernardo também assina o figurino e a cenografia.  O original “A Tempestade” (1611) conta a história de um homem que vive exilado numa ilha e, com a ajuda de seus livros mágicos, naufraga uma embarcação invocando uma grande tormenta. Esse naufrágio conduzirá a uma transformação humana libertatória, tanto nestes náufragos quanto nos habitantes da ilha. No palco, 25 bailarinos com uma performance que une  a dança contemporânea a um trabalho vocal, com coro, vozes e sons.

DIAS 18, 19, 20 e 21 na Sala do Coro do TCA
Horário:
18 e 19 às 15h / 20 e 21 de abril às 20h
Entrada Gratuita

PANGEA
Parte do projeto BTCA Memória, “Pangea” é uma montagem  onde o ritmo, a percussão e o movimento se aliam para mostrar todo o potencial de cada bailarino. Tíndaro Silvano se inspirou nos temas étnicos e no sincretismo, mas com ênfase no moderno, na contemporaneidade. Pangea é nome do antigo continente constituído pela reunião dos atuais continentes, que teriam surgido pela quebra do bloco original. A música é do compositor paulista Fábio Cardia, e figurinos, do também mineiro Marcos Paulo Rolla.  A remontagem da coreografia com novos bailarinos contou com a supervisão do seu criador e a colaboração do próprio BTCA, sob a direção artística de Jorge Vermelho.

Sertania

SERTANIA
Sertania é uma representação poética do imaginário simbólico da cultura dos Sertões, inspirada em sinfonia de Ernst Widmer e no cordel do século XIX Boi Misterioso, de Leandro Gomes de Barros, utilizando de metáforas da seca para apontar questões brasileiras, e da relação do vaqueiro com o boi como a busca por um mundo melhor. A partir do contexto sertanejo, o espetáculo ainda homenageia o centenário de nascimento de Luiz Gonzaga e apresenta a realidade de uma região que ocupa quase 80% da Bahia, o que se alinha às ações da SecultBA no intuito de dar visibilidade a este legado.

20 E 21 na Sala Principal do TCA
20h
R$ 8,00

“…Ou Isso”

“… OU ISSO”
Com coreografia de Jomar Mesquita e Rodrigo de Castro, a montagem é totalmente inspirada na obra do poeta “esticador de horizontes”, Manoel de Barros. Exercitando o corpo, a alma e o coração, o BTCA busca outras possibilidades de enxergar o mundo, transpondo sentidos com um olhar ingênuo, lúdico, quase infantil, mas, ao mesmo tempo, mais astuto e sincero. Focados (ou desfocados) pelo viés de transver o mundo, os bailarinos foram instigados no processo de criação a transfigurar a realidade.  Manoel de Barros diz: “o olho vê, a lembrança revê e a imaginação transvê… é preciso transver o mundo”.

25, 26, 27 e 28 na Sala do Coro do TCA
25 e 26 às 15h / 27 e 28 às 20h
Entrada Gratuita


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