Vi-Vendo Imagens apresenta especial com curtas – Cabine Cultural
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Vi-Vendo Imagens apresenta especial com curtas

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Vi-Vendo Imagens

O Cineclube Vi-Vendo Imagens: um olhar sobre o cinema baiano apresenta nova sessão no próximo dia 29/08, às 17h, na sala de vídeo Conferência do PAF. III UFBA-Ondina. A sessão contará com a participação especial de Sérgio Santeiro, cineasta e professor da Universidade Federal Fluminense – UFF. A mostra vai contar com os curtas Da Alegria, do Mar e de Outras Coisas, de Ceci Alves; A Cartomante, de Adriano Big; Desvelo, de Clarissa Rebouças, Ser Tão Cinzento, de Henrique Dantas e Antigamente, produção realizada por Sérgio santeiro em parceria com seus alunos do Curso de Cinema da UFF. Todos os curtas são frutos de pesquisa e experimentação/investigação de linguagem, seus realizadores passaram por cursos de graduação e pós-graduação em cinema/artes e articulam a pesquisa e a realização na busca de expressão cinematográfica.

Da alegria, Do mar e de Outras Coisas – Ficção livremente inspirada em reportagens sobre casos de homofobia com travestis baianas, que foram atacadas por policiais militares nos anos 90. Ceci Alves é cineasta e jornalista. Seu último filme, Doido Lelé (2010), passou por 27 festivais/mostras nacionais e internacionais de cinema (entre eles, La Corrida Audiovisuelle – França, Festival de Cannes – França, Los Angeles Brasilian Film Festival e Filmets Badalona Film Festival – Espanha).

Da Alegria, do Mar e de outras Coisas

Desvelo – Aborda a temática do amor como peça fundamental para qualquer relação e perpassa questões de gênero e identidade sexual. Clarissa Rebouças é graduada em Cinema e Vídeo (FTC) e especialista em Roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Video (Cuba) e em Roteiros e Programação Audiovisual (Unijorge). Dirigiu o documentário A procissão dos Homens (2009), escreveu a peça Pavio Curto (2010) e foi assistente de direção da peça Sargento Getúlio (2011). Atua ministrando oficinas de roteiro e audiovisual, escrevendo roteiros e peças, dirigindo curtas documentários e de ficção.

Ser Tão Cinzento – Recriação da memória do filme Manhã cinzenta, do cineasta autodidata Olney São Paulo, uma das mais belas e contundentes obras cinematográficas produzidas sobre o período da Ditadura Militar. Henrique Dantas, mestre em Artes Visuais, trabalha com audiovisual e atua como diretor, roteirista e diretor de arte. Entre os seus principais trabalhos estão a direção, concepção e roteiro do documentário Filhos de João, O Admirável Mundo Novo Baiano, filme que recebeu quatro Candangos no 42º Festival de Cinema de Brasília em 2009, entre eles o Prêmio Especial do Júri, o Prêmio do Júri Popular.

Desvelo

A Cartomante – Curta-metragem adaptado do conto homônimo de Machado de Assis, a produção inova ao conduzir uma trama em narrativa não linear, em um único plano sequência. Adriano Big é formado no Bacharelado Interdisciplinar em Artes com concentração em Cinema e Audiovisual da UFBA. Vencedor do festival 5 minutos de 2013, com o curta A Melhor Idade, A Cartomante, seu mais recente trabalho, recebeu o prêmio de melhor direção e melhor atriz no FECIBA (Festival de Cinema Baiano).

Antigamente – A alma encantadora das ruas Sergio Santeiro é cineasta e professor, formado em Sociologia e Política, PUC/RJ, em 1967. Como diretor e roteirista realizou exclusivamente filmes de curta-metragem, em geral documentários e marcados por um forte sentido de experimentação. Desde 1975 é professor da Universidade Federal Fluminense -UFF, onde chefiou o Departamento de Cinema e Vídeo (1996-1999) e dirigiu o Instituto de Arte e Comunicação Social (1999-2003). Militante da causa do cinema independente brasileiro, foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Documentaristas – ABD, tendo integrado suas primeiras diretorias, vindo a ser presidente da ABD do Rio de Janeiro (1981-83) e posteriormente da ABD Nacional (1997-99).

A Cartomante


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