Entrevista Vander Lee
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Bate-papo exclusivo com Vander Lee

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Vander Lee

A próxima edição do Projeto Música no Parque acontece dia 22 de setembro em Salvador e traz como convidado mais que especial o cantor mineiro Vander Lee. Sua apresentação acontece às 11 horas no Anfiteatro do Parque da Cidade, na região do Itaigara. A entrada é gratuita.

Vander Lee, que iniciou sua carreira tocando em Belo Horizonte, passou a ganhar destaque na cena musical em 1996, quando ganhou o segundo lugar no festival Canta Minas, realizado pela Rede Globo Minas, com a música Gente não é cor.

Desde então ele só fez crescer, lançando ótimos álbuns, fazendo grandes parcerias e, sobretudo sendo regravado por cantoras como Rita Ribeiro, Gal Costa, Emilinha Borba, Alcione, Leila Pinheiro, Paula Santoro, Margareth Menezes, Eliana Printes e Luiza Possi, que gravaram suas canções.

Vander Lee

Seu último álbum, Sambarroco (2012) abriu uma nova fase com foco no samba sem perder de vista a mineiridade, marca registrada de seu trabalho. Com direção musical de Thiago Delegado e formação de regional, o álbum reúne composições que flertam com gêneros como choro, xote, baião e até bolero.

Assim, com mais de 15 anos de uma carreira bem sucedida, sendo elogiado pela crítica e agraciado pelo público, Vander Lee chega a Salvador para mais uma apresentação na cidade. E para não perder a oportunidade e também para já entrar no clima do show, batemos um papo, curto, mas bem interessante, com o cantor. Confira agora.

Fernando Pereira – Dia 22 de setembro você volta a Salvador para se apresentar no Projeto Música no Parque. Como será esse show? Será ainda baseado no Sambarroco? Pretende trazer novidades?
Vander Lee – Este show será um mix de sucessos, com músicas de todos os álbuns e algo de novo, que estará no oitavo CD, que lanço este ano, em breve.

FP – Queria saber qual a sua relação com a música baiana. Li certa vez que você admira os trabalhos da Mariene de Castro e Márcia Castro, por exemplo. Tem ainda a Maria Bethânia, que gravou uma canção sua…
VL – Sim, gosto bastante de Gal, Bethânia, Daniela Mercury, Margareth Menezes (cantoras baianas que já me gravaram) e admiro bastante a Mariene De Castro, minha amiga hoje em dia, acho muito sincera e corajosa a proposta dela. Sou fã também de Carlinhos Brown, Caetano, Dorival Caymmi, Gerônimo…

FP – O Projeto Música no Parque acaba sendo um evento que propicia encontros musicais; volta e meia os artistas que se apresentam trazem convidados. Imagina alguém cantando contigo no dia 22? Pensa em convidar?
VL – Poxa, não sabia disso, vou pensar no caso, pode ser interessante…

FP – Já fomos a algumas de suas apresentações pela Bahia, e percebemos sempre um carinho muito grande do público pelo seu trabalho, seja cantando, chorando ou exibindo cartazes. Você consegue observar essas reações ou o fato de estar concentrado na apresentação acaba não possibilitando isso? 
VL – Sempre sinto o carinho das pessoas, seja nos shows, seja nos lugares onde vou quando estou em Salvador, acho incrível a forma como minha música entrou na cidade, tão espontânea, afetiva e arrebatadora. Às vezes recebo o público no camarim e sinto esse amor que emociona de verdade, me inspira.

FP – Ótimo show, então…
VL – Obrigado, espero por todos vocês lá. Abraços.


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