O melhor do cinema em sessões gratuitas na abertura do IX Panorama – Cabine Cultural
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O melhor do cinema em sessões gratuitas na abertura do IX Panorama

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Um estranho no lago

Três filmes marcam a abertura do IX Panorama Internacional Coisa de Cinema às 20h30 do dia 31 de outubro. A programação traz duas produções recentes do cinema europeu e uma brasileira, todos com entrada franca, limitada apenas à lotação das salas. Os interessados podem retirar os ingressos a partir das 18 horas na bilheteria do Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha. Umas das obras que será exibida é o francês Um estranho no lago, Alain Guiraudie. A trama se desenvolve no verão, à beira de um lago isolado onde homens realizam encontros sexuais com desconhecidos. Franck conhece Michel e se apaixona. Ele sabe que Michel é mortalmente perigoso, mas decide viver essa paixão mesmo assim.

Um estranho no lago foi premiado como melhor direção na mostra Un Certain Regard em Cannes e ocupou a capa da tradicional revista Cahiers du Cinema.

No dia 31 acontece também a estreia do Panorama Alemão no Brasil, a iniciativa traz a safra recente do cinema produzido no país para quatro capitais brasileira, começando por Salvador. A mostra é resultado de uma parceria do festival baiano com o Instituto Goethe e traz à cidade o cineasta Georg Maas, que apresentará seu filme Duas Vidas, produção escolhida para representar a Alemanha no Oscar. Revelando o clima na Europa logo após a queda do muro de Berlim, a trama apresenta Katrine, uma “criança da guerra”, filha de um soldado alemão e uma mulher norueguesa, que é instada a depor num processo contra o estado norueguês em favor das crianças assim denominadas. O diretor conversará com o público após a exibição.

Duas Vidas

A programação se completa com a exibição de uma cópia restaurada de Alma Corsária, de Carlos Reichenbach, que é um dos principais representantes do “cinema de autor” brasileiro e será homenageado nesta edição do Panorama Coisa de Cinema. O filme ganhou cinco prêmios no Festival de Brasília (filme, diretor, montagem, roteiro e crítica) e foi eleito o melhor do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte em 1995.

A noite termina com uma festa ao som dos coletivos Nozmoskada e de Tambores, com preço simbólico de R$ 1,00.


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