Amazônia Eterna leva aos cinemas discussão sobre sustentabilidade na região
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Amazônia Eterna leva aos cinemas discussão sobre sustentabilidade na região

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Foto de Mário Franca – Jarí

No contexto atual, onde as riquezas naturais de um país são cada vez mais escassas, a região da Floresta Amazônica, que possui 20% da água doce no mundo, se torna um valioso objeto de discussão para governantes e também para a sociedade civil. Pensando nisso, a produtora Giros e a Agência Tudo perceberam a riqueza que o tema apresenta e uniram forças para a realização do documentário Amazônia Eterna.

O longa-metragem, que estreia em São Paulo, no Rio, em Brasília e em Manaus dia 14 de fevereiro, leva o público numa viagem onde visita e apresenta relevantes projetos de sustentabilidade na região, inseridos num dos mais ricos cenários do mundo.

Dirigido por Belisario Franca (Giros) e idealizado em parceria com Maurício Magalhães (Agência Tudo), o filme traz uma nova visão sobre as possibilidades de convivência harmônica entre a exploração da economia verde e a manutenção do ecossistema amazônico. O documentário apresenta nove projetos com propostas bem sucedidas do uso da floresta de maneira sustentável, beneficiando diretamente a população local e promovendo boas parcerias econômicas.

Atividades como agricultura, pesca, pecuária e extrativismo são desvendadas sob o respaldo de especialistas, entre eles o economista Sérgio Besserman, a ambientalista Bertha Becker, e o ecologista Virgilio Viana, além do depoimento de amazônidas.

Amazônia Eterna – Foto de Mário Franca – Rio Xingu

Equipe e filmagens
Amazônia Eterna
foi filmado em 16 semanas, divididas em três etapas de produção, no ano de 2011. A equipe foi formada por mais de 60 pessoas, entre pesquisadores, produtores, roteiristas, cinegrafistas, assistentes, entre outros. O roteiro de Bianca Lenti, Yan Motta e Belisario Franca contou com o intenso processo de pesquisa realizado por Paula Gago e Francisco Frondizi. A direção de fotografia é de Gustavo Hadba-ABC e de Lula Cerri, a produção de Maria Carneiro da Cunha e a produção executiva de Mariana Vianna.

Entre os cinco estados que serviram de locação para o documentário – Amazônia, Pará, Mato Grosso, Amapá e Rio de Janeiro – mais de 15 cidades foram filmadas. Os desafios de filmar na maior floresta tropical do mundo se fizeram presentes. Como a equipe já conhecia o local e foram feitas viagens de pré-produção, contratempos como a dificuldade de deslocamento, acomodações precárias e convivência com animais foram superadas.


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