Resenha: Tomorrowland – Um lugar onde Nada é Impossível
Cinema

Resenha: Tomorrowland – Um lugar onde Nada é Impossível

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Tomorrowland

Um clima de mistério e fantasia toma conta desta produção, com suas invenções futuristas e passeios por uma Disneylândia que muitos conhecem

Por Marcia Bessa

O novo filme da Walt Disney, Tomorrowland – Um lugar onde Nada é Impossível (EUA), direção de Brad Bird, é uma mega produção do gênero ficção científica com muita aventura pelo espaço.

São duas histórias de vida paralelas, a da adolescente Casey Newton (Britt Robertson) que foi criada acreditando que tudo na vida é possível e não se deve perder a esperança quando se deseja alcançar um objetivo; e do solitário e amargurado Frank Walker (George Clooney), que passou uma parte de sua infância em Tomorrowland, a terra do futuro, e  perdeu a crença de um mundo melhor. Quando Casey Newton encontra um pequeno botton que lhe permite ser transportada para Tomorrowland com suas invenções futuristas, os dois partem para uma viagem de aventura , e para isto conta com a ajuda da menina robô Athena (Raffey Cassidy).

Com uma mensagem filosófica e ecológica, fala de valores e pessoas  otimistas, que almejam e não perdem a esperança de um mundo melhor. Filme intenso, com efeitos especiais e trilha sonora muito bem feitos,  mas cujo roteiro confuso  acaba prejudicando a trama, com diálogos grandes e confusos. Apesar de um bom entretenimento, com questões interessantes, torna-se um pouco enfadonho, como se a dose de otimismo fosse maior que a encomenda.

Os atores George Clonney e Britt Robertson nos papeis do pessimista Frank Walker e da adolescente Casey  Newton que acredita em mudança, têm uma boa atuação. E a atriz Raffey Cassidy no papel da menina robô Athena, é fofa demais, que olhar penetrante e determinado!

Um clima de mistério e fantasia toma conta desta produção, com suas invenções futuristas e passeios por uma Disneylandia que muitos conhecem, com outros artifícios que só a sétima arte consegue produzir e transmitir.  Um blockbuster com seus clichês, um entretenimento que poderia alcançar outro patamar, com suas qualidades técnicas, mas a trama confusa e excessiva cansa o espectador.

Mas vale a pena confirmar, e é sempre bom imaginar que poderia existir um lugar neste mundo violento, onde o bem prevalecesse e que tudo seria possível em prol da humanidade.

Marcia Amado Bessa é enfermeira e escreve para o excelente blog Cine Amado


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