Godzilla é destaque da programação da HBO Brasil em julho. Leia crítica
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Godzilla é destaque da programação da HBO Brasil em julho. Leia crítica

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Godzilla – Março 2014

Filme buscou renovar e atualizar a história clássica de terror produzida pelo cinema japonês; mediano, mas dá para divertir

A programação de filmes do canal fechado HBO promete agradar aos fãs dos mais diversos gêneros. E para quem gosta de um bom terror com monstros como protagonista, uma boa opção será assistir a nova versão do clássico Godzilla. O filme chega ao canal no dia 18 de julho, às 22 horas.

Trama
Depois de buscar por anos a verdade sobre a morte da esposa em uma usina nuclear, Joe Brody e o filho descobrem uma grande ameaça para toda a humanidade. E apenas Godzilla, o mais forte de todos os monstros, poderá ajudá-los. Nomes como CJ Adams, Ken Watanabe, Bryan Cranston, Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen estão no elenco. Direção: Gareth Edwards (II).

Crítica
O filme possui elementos muito interessantes, como toda a parte técnica, com efeitos especiais que realmente são sensacionais. A batalha final, que acontece durante a noite, com pouca luz, bem dark, com uma trilha sonora (Alexander Desplat ataca novamente) eficiente faz a ida ao cinema valer a pena. Por outro lado, é meio vergonhoso para quem gosta de cinema ver grandes atores como Bryan Cranston, Juliette Binoche, Sally Hawkins e Ken Watanabe sendo tão mal aproveitados. A questão não é nem desenvolver os personagens com mais profundidade, é somente dar aos personagens alguma personalidade, pois daí surge a empatia do público e bingo, o filme está ganho. Godzilla falha neste sentido.

Então é ruim? Como dizem aqueles: se quer ver profundidade, vai assistir a um filme do Stanley Kubrick. Claro que a ideia é tola e dá sim para ter densidade narrativa em blockboosters (e não é só o Christopher Nolan quem faz isso não). Mas sejamos francos, desde o início que sabíamos que a refilmagem de Godzilla penderia para o lado do entretenimento, então há também um problema de expectativa do espectador. Se você for esperando um filme bem consistente em termos de narrativa, com uma história densa e personagens bem desenvolvidos, irá – provavelmente – se frustrar. Mas se for ao cinema se divertir, com aquele sacão de pipoca com refrigerante zero caloria na mão e um monte de amigos ao lado, ai a diversão é quase que garantida.

Confira a crítica completa


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