Leia crítica: Homem Irracional, de Woody Allen, estreia nos cinemas do Brasil
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Leia crítica: Homem Irracional, de Woody Allen, estreia nos cinemas do Brasil

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Emma Stone e Joaquin Phoenix

Novo filme do mestre Woody Allen é carregado de filosofia e promete agradar em cheio até os fãs mais exigentes do cineasta

E enfim estreou o mais novo filme do cineasta Woody Allen. Em Homem Irracional, no qual Allen expressa uma imagem crua da sua visão de mundo, Abe Lucas (Joaquin Phoenix) é um professor de filosofia que se depara com uma crise. Seu estudo sobre as grandes mentes não o satisfaz, ele perdeu toda a fé na sua vocação e toda a esperança no futuro.

Olha o que Joaquin Phoenix falou de seu personagem:

“Abe sempre tentou fazer algo positivo com a sua vida”, diz.

“Ele já se envolveu com política e com causas ecológicas, sempre com a intenção de ajudar as pessoas. Mas coisas terríveis acontecem e depois de um tempo ele começa a sentir que nada do que faz fará alguma diferença. E mesmo que no passado ele gostasse de dar aula, sente que poucos de seus alunos se tornarão pessoas melhores pelo que ele ensinou. A maioria deles terá uma vida comum.” complementa Phoenix.

Para Allen, Joaquin Phoenix possui uma “complexidade interior” que funciona muito bem para o papel. “Tudo o que você der a ele para fazer ou dizer se torna interessante por causa desta complexidade que ele naturalmente projeta”, elogia Allen.

Emma Stone também integra o elenco,

“Emma transmite inteligênciaEla é extremamente versátil, muito engraçada ou intensamente dramática quando precisa”, afirma o diretor.

Crítica
A fórmula do homem de meia idade envolvido com uma mulher mais jovem também se repete, o que faz do filme até certo ponto apenas mais do mesmo. Embora Emma Stone seja uma presença em si mesma, não conseguiu fazer de Jill uma personagem menos rasa e ingênua, mas completamente insossa e vulnerável aos encantos do quarentão. Os diálogos aparentemente difíceis e profundos parecem ser uma provocação sobre a vida esvaziada de sentido que Abe leva. Mergulhado em sua própria apatia, ele questiona a própria filosofia e a utilidade de teorias, livros e ideias seculares reproduzidas passivamente. Uma curiosa guinada em sua rotina acontece quando ele e Jill escutam uma conversa em um restaurante.

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