Amor, Sexo e um Pouco de Sacanagem: afinal, ejaculação feminina existe ou não?
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Amor, Sexo e um Pouco de Sacanagem: afinal, ejaculação feminina existe ou não?

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Orgasmo feminino

Coluna semanal do site parceiro Feminino e Além sobre sexo & comportamento; na edição de hoje, a pergunta: afinal, ejaculação feminina existe ou não?

Por Feminino e Além

Se você, assim como eu, já assistiu a algum filme pornô e, de repente, viu sair um mega ultra power esguicho, jato, ou seja lá como queira chamar, da vagina da bendita atriz, certamente, no mínimo, ficou admirada. De verdade, confesso que sempre invejei um pouco essas mulheres, pensava “uau, atingiram um ápice de prazer que talvez eu nunca atinja!”.

De fato, o que é divulgado, inclusive até já falamos por aqui, é que esse esguicho, conhecido como squirt, é a ejaculação feminina, conseguida por algumas mulheres ao chegarem a um clímax intenso. Fala-se também, no entanto, que não devemos super estimá-la, já que o orgasmo pode ser alcançado sem a ejaculação. Mesmo sabendo disso, entretanto, eu sempre fiquei impressionada com essa possibilidade, especialmente porque afirmam que o squirt não tem relação alguma com a lubrificação ou com a urina.

Apesar de tal afirmação, a natureza e a origem do squirt sempre foi controversa. Para acabar de vez com qualquer dúvida, então, nada melhor que um pesquisa. E eis que um amigo me indicou uma! Na investigação, foi analisada não só a bioquímica do fluido emitido, como também explorada a presença de qualquer líquido pélvico que pudesse resultar da excitação sexual e explicar essa emissão massiva de fluidos. O resultado?

Antes de falar do resultado, saibamos o método. Sete mulheres, sem anormalidades ginecológicas e que relatavam ter frequentes e grandes emissões de fluido durante a estimulação sexual, foram submetidas a estimulações sexuais. Foram, então, realizados exames de ultrassom pélvico em três situações: após urinação voluntária, imediatamente antes do squirt e após o squirt. As concentrações de ureia, creatina, ácido úrico e antígeno prostático específico foram avaliadas em amostras de urina antes da estimulação sexual e após o squirt, além de avaliadas essas concentrações no próprio squirt.

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