Crítica O Jovem Messias: premissa original com excesso de melodrama sobre a infância de Jesus
Cinema

Crítica O Jovem Messias: premissa original com excesso de melodrama sobre a infância de Jesus

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O Jovem Messias

O Jovem Messias

“Apesar de inofensivo em sua função, O Jovem Messias ao menos nos traz uma explicação verbal dada pela própria Maria para a polêmica história da concepção sagrada”

Por João Paulo Barreto

Garoto com superpoderes sofre bullying enquanto é acusado pelo valentão e aparente dono da rua de brincar com meninas. O tal grandalhão e brigão do pedaço quer demarcar território e procura confusão com o menino abordando-o de forma violenta. Após correr atrás da amiga do garoto que tentava defendê-lo, acaba recebendo o que merece.
Parece um plot de algum episódio de Smallville, série que abordava a juventude do herói que veio a terra para salvar a humanidade. Mas, não. Esse é o inicio da história de O Jovem Messias, mais um filme da Páscoa feito para agradar em cheio um segmento específico do público. Porém, diferente da estreia de duas semanas atrás, Ressurreição, temos aqui uma suposta originalidade na busca de um recorte da infância de Jesus Cristo, em cujo primeiro enquadramento em cena, claro, já aprece em uma óbvia moldura com a luz do sol.

E, sim, não há como negar a originalidade de sua premissa, uma vez que esta é uma fase da infância do profeta que foi pouco vista no cinema. A ideia de abordar a fuga dos judeus para o Egito por conta das perseguições do governador da Judeia, Herodes, que ordenou o extermínio das crianças devido ao rumor do nascimento de um messias, e o retorno de José, Maria e Jesus para Jerusalém.


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