Crítica Voando Alto: não se envergonhe se uma lágrima rolar junto com os créditos finais | Cabine Cultural
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Crítica Voando Alto: não se envergonhe se uma lágrima rolar junto com os créditos finais

Voando Alto

Voando Alto

“Do mesmo modo que obras como Duelo de Titãs, Rudy e o próprio Rocky, Voando Alto consegue transmitir bem sua intenção, levando ao espectador uma mensagem que, apesar de parecer ingênua em dias cínicos como os atuais, faz realmente a diferença”

Por João Paulo Barreto

”Filme formador de caráter.” O curador e cineclubista Rafael Saraiva tem uma definição bastante pertinente para o clássico Rocky – Um Lutador, pérola escrita e estrelada por um jovem Sylvester Stallone em 1976, cujo personagem título o acompanhou por sete filmes (até o mais recente – e também fascinante – Creed).

São aqueles tipos de longas que, apesar de parecerem manipuladores do público em mensagens positivas que podem soar rasas, acabam por entregar em seus resultados finais reflexões palpáveis acerca do foco, objetivo e resiliência que as pessoas precisam ter durante suas vidas no intuito de se realizar os próprios sonhos.

Ok, o último parágrafo poderia ilustrar um livro de autoajuda bem barato, daqueles que encontramos no balaio do sebo da esquina, mas, clichê ou não, é justamente esse tipo de sentimento que obras como Voando Alto despertam nas pessoas. No entanto, friso: sabemos quando estamos sendo manipulados de forma barata e com o único intuito de fazer escapulir aquela lágrima no clímax do filme. Não é o caso aqui. E a frase que abre esse texto define bem a história de Eddie, a águia… Leia a crítica completa


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