Crítica A Garota do Livro: Emily VanCamp encara um razoável filme sobre traumas
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Crítica A Garota do Livro: Emily VanCamp encara um razoável filme sobre traumas

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A Garota do Livro

A Garota do Livro

“Mas até que valeu a pena por podermos confirmar que crescer é, de fato, um termo bem subjetivo”

Por João Paulo Barreto

Existe uma análise bem relevante proposta por A Garota do Livro. Tal ideia está na premissa que filme tenta levar à frente ao iniciar uma discussão acerca dos traumas psicológicos que a pedofilia, o abuso de vulneráveis e, tão grave quanto, a ausência familiar em tais situações podem causar.

No entanto, talvez por preguiça da roteirista e diretora Marya Cohn, tal tentativa de apresentar em seu filme algo que fugisse do banal e raso ciclo do “1) apaixonar-se; 2) pisar na bola; 3) perder a pessoa amada; 4) consequente fossa; 5) luta pela reconquista; 6) previsível final feliz” acaba ficando em segundo plano justamente por essa proposta simplista com a qual o público se depara no desenvolvimento da trama.

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Curiosamente, é justamente por perceber sua possível profundidade que a história da agente literária Alice Harvey (VanCamp) capta um pouco da atenção do espectador. Filha de um editor de livros de sucesso, a jovem é estimulada desde cedo a dar vazão à sua veia de escritora.

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