Scarleth Sangalo, Nina Codorna e a arte de ser queen | Cabine Cultural
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Scarleth Sangalo, Nina Codorna e a arte de ser queen

Scarleth Sangalo

Scarleth Sangalo

“O artista transformista, como era conhecido na época, passou a ser popularmente chamado de drag queen há pouco tempo. Dr.A.G. (Dressed As a Girl, traduzida por vestido como uma garota) foi uma sigla usada por William Shakespeare”

Por Feminino e Além

Salto altíssimo, maquiagem forte – e na maioria das vezes arrasadora – e belas fotos. Tudo com as drags queens e/ou transformistas é no superlativo.

Mas elas são muito mais do que homens vestidos de mulher. “Drag não nasce, ela estreia”, como as próprias costumam dizer. Apesar de ter mais espaço nos dias de hoje, essa arte não é recente.

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No Brasil, ficaram no auge entre as décadas de 80 e 90. Agora estão reconquistando novos espaços, sobretudo na televisão. “Grande parte deste retorno é motivado pela entrada da cultura pop na mídia. De maneira mais forte também temos o RuPaul’s Drag Race. Mas nada é por acaso. A cultura pop funciona como uma agenda, como na mídia. A função a longo prazo é conquistar espaço para o público LGBT através do humor. É o que a mídia faz com vários agrupamentos. Isso com o tempo vai se reverter em posições politicas”, explica o professor de cultura pop da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Thiago Soares.

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O artista transformista, como era conhecido na época, passou a ser popularmente chamado de drag queen há pouco tempo. “Dr.A.G.” (Dressed As a Girl, traduzida por “vestido como uma garota”) foi uma sigla usada por William Shakespeare… continue a leitura




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