Crítica: após mais uma eliminação, fica a impressão: 3ª temporada do MasterChef está devagar, quase parando | Cabine Cultural
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Crítica: após mais uma eliminação, fica a impressão: 3ª temporada do MasterChef está devagar, quase parando

A Caixa Misteriosa vai dar ainda mais trabalho aos participantes

A Caixa Misteriosa

Programa desta terça teve a eliminação de Vanessa, que mereceu pela prova derradeira, mas não pelo conjunto da obra

Ontem – terça-feira (14 de junho) – tivemos mais uma eliminação no MasterChef Brasil, 3ª temporada. O programa, grande carro chefe da Rede Bandeirantes, continua coma popularidade em alta, sobretudo nas redes sociais, pelo seu grande potencial em produzir memes para a internet.

Porém, diferente das edições anteriores, um detalhe vem incomodando muita gente: o programa está arrastado demais. Sua temporada atual começou já faz um tempo considerável, e ainda assim, ontem, ao ser eliminada, Vanessa deixou no programa ainda uma quantidade considerável de amigos/concorrentes.

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Nas temporadas passadas já estávamos com a filtragem feita, e somente os melhores estavam no programa. Hoje, ainda temos uma penca de coadjuvantes, que não possuem até aqui a mínimas condições de chegar à vitória, no programa, fazendo número e atrapalhando consideravelmente a edição do MasterChef.

Ou vocês acreditam que Thaiana, Gleice ou Paula irão vencer esta edição?

Com muitos personagens ainda na tela, fica difícil o espectador conhecer melhor os protagonistas, ou perceber a evolução de quem corre por fora. Como Luriana, que quase não teve tempo de vídeo nos primeiros programas, e por isso acreditávamos ser uma personagem aleatória. Hoje, com duas vitórias seguidas, ele segue numa ascendente muito interessante e se mostra uma ótima competidora.

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No programa desta terça, quem deixou o MasterChef foi Vanessa, que na prova de eliminação acabou fazendo um tortellini com alguns defeitos, mas que – como a própria Paola disse – teria sido um dos melhores pratos em temporadas passadas. Vanessa vai, enquanto competidoras menos preparadas continuam. Este é o jogo arriscado do programa: nem sempre quem é eliminado é o menos preparado.

Outro problema do programa, este até compreensível, é esta insistência da edição em buscar intrigas entre os participantes e criar brigas, como se fosse um Big Brother ou A Fazenda da vida. A dinâmica do MasterChef é diferente, seria muito mais produtivo que o foco do programa fosse realmente a construção e apresentação dos pratos e das provas.

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De resto, a terceira edição do MasterChef Brasil continua, agora sem Vanessa, e com Lee, que até aqui era um dos favoritos, quase saindo também do programa. Bastante arrastado, cansativo e com concorrentes sem os mesmos carismas da edição passada.

Porém continua agradando a Band, que agora sem futebol, vai centrar todas as suas forças no MasterChef Brasil e em programas similares. Este status do programa é arriscado, pois podemos muito em breve nos acometer de uma overdose de MasterChef.







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