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Crítica: Temperatura Máxima deste domingo traz filme de Spielberg As Aventuras de Tintim

As Aventuras de TimTim

As Aventuras de TimTim

Filme tem exibição neste domingo, logo após o programa Tamanho Família; filme é versão cinematográfica para história em quadrinhos

Este domingo, dia 17 de julho, a Rede Globo exibe novamente um dos filmes mais bacanas dos últimos anos: As Aventuras de Tintim.

O filme será exibido na sessão Temperatura Máxima, que começa logo depois do programa Tamanho Família.

No filme, um jovem repórter compra uma réplica de um navio antigo e acaba entrando em uma alucinante caça ao tesouro. O personagem dos quadrinhos foi criado em 1929, pelo belga Georges Remi (1907-1983), que assinava como Hergé.

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Cheio de espírito aventureiro, o jovem repórter virou parte da cultura pop do século 20 e saiu dos quadrinhos para as telas do cinema, com direito a direção de Steven Spielberg.

Crítica
“A história capta bem a ideia de conspiração dos gibis. Tintim compra um navio em miniatura que é cobiçado por duas outras pessoas que vão se tornar cruciais no decorrer do filme. A primeira é o agente da Interpol Barnaby, que avisa ao rapaz que, se ele não se livrar logo da miniatura, correrá sérios riscos. A outra pessoa, esse realmente perigoso, é o Sr. Sakharine (Daniel Craig), que possui uma relação toda especial com aquele artefato. Óbvio que a veia de repórter de Tintim o impedirá de vender a peça. Decidido a investigar o navio, ele descobre que foi construído pelo Sir. Francis Haddock (ancestral do seu amigo, Capitão Haddock, que Tintim ainda vai conhecer), um capitão marítimo que deixou um segredo relacionado ao objeto”.

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“Apesar de lançado como um filme infantil, o longa possui elementos que o descaracterizam desse tipo de apelo, como o fato do herói portar uma arma e, em algumas cenas, personagens serem alvejados por metralhadoras (como uma especifica no começo, passada no hall de entrada do apartamento de Tintim). Não que isso seja um problema, ressalto. Reflete bem a postura de Spielberg em se manter fiel ao original de Hergé. Convém lembrar que foi o próprio diretor americano que relançou seu clássico E.T., há dez anos, substituindo escopetas por walk-talks com a desculpa de não chocar as crianças, numa vergonhosa demonstração do comportamento conservador que chega com a idade. Ainda bem que não foi o caso agora”. Leia a crítica completa




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