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Crítica Esquadrão Suicida: Expectativa versus Realidade

Esquadrão Suicida

Esquadrão Suicida

“O filme coloca o grupo em literal rota de colisão com diversos obstáculos, até o momento em que chegam ao local onde deverão enfrentar a tal criatura Enchantress”

Por João Paulo Barreto

Existe um problema com a expectativa. Uma das regras em qualquer aspecto da cinefilia reside no fato de que não se deve criar expectativas acerca de nenhum projeto. Aí vem os filmes baseados em quadrinhos, que dominam o mercado atualmente. Bombardear a mídia com imagens, trailers, dentre outros aperitivos destinados aos fãs é via de regra para qualquer estúdio. E a DC/Warner parece ser bem eficiente nesse sentido. Desde muito tempo, friso. Basta dar um google e checar todas as estratégias utilizadas quase trinta anos atrás para promoção do Batman, de Tim Burton.

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Em se tratando do seu novo projeto, Esquadrão Suicida, a comparação com a obra de Burton fica somente na estratégia e no fato de que ambas possuem dois personagens em comum. O morcego de Bem Affleck em breve participação e o Coringa, que dessa vez ganha a face e o talento subaproveitado de Jared Leto. Claro, após a encarnação perfeita de Heath Ledger na obra máxima de Christopher Nolan, ficava difícil alguém se arriscar no papel. Sem ser saudosista e evitando comparações, Leto até se esforçou para entregar um vilão à altura do seu talento, mas teve sua participação diluída ao aspecto de um simples coadjuvante de luxo, sem trazer o real impacto que um personagem como aquele poderia causar na história.

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Não por culpa sua, mas, sim, de um roteiro mal amarrado, que se baseia em vilões sem substância e em anti-heróis sem… continue lendo




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