Crítica Um Amor à Altura: carisma de Jean Dujardin dá o toque diferente ao longa francês
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Crítica Um Amor à Altura: carisma de Jean Dujardin dá o toque diferente ao longa francês

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Um Amor à Altura

Um Amor à Altura

“Com um final absurdamente forçado no modo escolhido para um desfecho romântico, na mente do espectador ficam apenas os risos gerados pelos diálogos rápidos entre Jean Dujardin e Virginie Efira”

Por João Paulo Barreto

Curioso caso de história refilmada três vezes (?!) em um período de três anos, sendo a primeira e a segunda sob o nome de Coração de Leão, ambas produções lançadas na Argentina e Colômbia entre 2013 e 2015. A mais recente versão, dessa vez produzida na França, Um amor à altura tem em seu diferencial a presença carismática de Jean Dujardin, que vive Alexandre, um arquiteto bem sucedido no âmbito profissional, mas que encontra problemas na vida amorosa pelo fato de medir menos de um metro e meio de altura.

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Ao encontrar o celular esquecido de Diane (Virginie Efira), resolve ligar para a bela mulher na tentativa de se aproximar, uma vez que já a havia avistado no restaurante onde ela deixou o aparelho após discutir com seu acompanhante. O filme começa já denotando justamente essa presença de Dujardin. Em sua conversa por telefone, uma dinâmica na voz, além de um bom humor palpável, cativa não somente Diane, mas, também, o espectador.

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