Tela Quente desta segunda exibe o maravilhoso Loucas Pra Casar, com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck. Crítica | Cabine Cultural
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Tela Quente desta segunda exibe o maravilhoso Loucas Pra Casar, com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck. Crítica

Loucas pra Casar

Loucas pra Casar

Filme foi uma das grandes surpresas do cinema nacional nos últimos anos, sobretudo pelo roteiro mais engenhoso e inteligente

E a sessão Tela Quente desta segunda, dia 22 de agosto, está mais especial que nunca. De volta depois da parada para os Jogos Olímpicos, a sessão retorna com um dos filmes nacionais mais interessantes dos últimos anos, sobretudo para o gênero comédia. Loucas Pra Casar, filme inédito na TV aberta, é a grande atração da Rede Globo, e começa logo depois de Justiça.

Imperdível!

O filme
Malu (Ingrid Guimarães) sonha em casar na igreja mas o dia de colocar o vestido de noiva parece cada vez mais distante. Realizada profissionalmente, ela tem um relacionamento com seu patrão, Samuel (Marcio Garcia), que acredita ser o homem de sua vida. Mas, depois de três anos juntos, nada de pedido. É aí que sua amiga Dolores (Fabiana Karla) dá a ideia de contratar um detetive para investigar a vida de Samuel.

Crítica
Há uma série de referências quando lemos a premissa do filme. Mulheres ao Ataque, com Cameron Diaz, é uma delas. No decorrer da história, outras referências vêm à tona, como o ótimo O Amor é Cego, com a bela Gwyneth Paltrow. Entretanto, por mais que a história de Roberto Santucci tenha tais influências, não devemos diminuí-la por isso, pois o grande mérito de Loucas pra Casar é que eles conseguem fazer tudo funcionar direito, desde o roteiro, bem redondo, sem grandes furos ou discrepâncias, até as atuações, de Ingrid Guimarães, Márcio Garcia e até mesmo Tatá Werneck.

O roteiro tem o grande mérito de reunir, durante praticamente o filme todo, ótimas situações cômicas aliados às reflexões interessantes sobre a vida de Malu, e por que não dizer de qualquer ser humano. Qual o momento certo de casar, ter filhos, são esses os fatores determinantes da felicidade… são questionamentos como estes que elevam o filme e o faz sair deste grupo de comédias superficiais que o cinema volta e meia produz… Leia a crítica completa







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