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Crítica X Factor Brasil: os erros e acertos da primeira semana do reality musical da Band

X Factor Brasil

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Programa começou como a grande atração da Band para este segundo semestre; Fernanda Paes Leme é a grande estrela desta temporada

Nesta segunda, dia 5 de setembro, vai ao ar a segunda semana do programa X Factor Brasil, maior aposta da Band para este ano de 2016, agora que a emissora paulista está sem o futebol e sem dinheiro para outros investimentos na área.

Assim, com o início veio a expectativa enorme, primeiro por conta da marca X Factor, que hoje em dia é até maior que a The Voice e outras do gênero no mundo. E depois pela bancada de jurados, com nomes como Paulo Miklos, ídolo de uma geração, Di Ferrero e um do núcleo mais técnico, que é Rick Bonadio.

Assim, com muita expectativa fomos levados a ver o programa, e neste instante veio o choque de realidade, que para alguns foi muito grande e para outros nem tanto.

Erros e acertos
Resolvemos então decifrar um pouco mais esta edição de estreia do reality, trazendo para a nossa realidade, mas também comparando com as edições internacionais, afinal de contas, nem todas as diferenças são por conta de dinheiro ou tecnologia.

Acertos
Fernanda Paes Leme – A apresentadora foi um achado para uma emissora como a Band. Fernanda nasceu artisticamente na Rede Globo e por lá ficou muito tempo. Sua fama veio pelos seus trabalhos lá. Fernanda, além do status de linda e talentosa artista vinda da principal emissora do país, também possui um grande número de seguidores nas mais diversas redes sociais. E mais: ela aparentemente ama postar e comentar nelas. Assim, o X Factor ganhou uma apresentadora referência, famosa, linda e que sabe como poucas interagir com o público. Só falta um pouco mais de ritmo, o que a sequência dos episódios vai lhe dar.

Audições X Factor

Audições do X Factor

Rick Bonadio – Rick, a voz da razão, é quem acaba conduzindo o programa no palco, mesmo tendo o Paulo Miklos como alguém até mais experiente que ele, ao menos no show business. Seus argumentos são os mais interessantes (nem sempre são ótimos) e ele tem o respeito de todos. Não chega a ser um Simon Cowell, mas tudo bem.

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Dias de exibição – Outro ponto interessante foi o fatiamento do programa, exibido dias de segunda e quarta-feira da semana. Esta é uma escolha normal nos realitys americanos e ingleses, mas no Brasil é sempre colocado uma vez por semana, sem ter condições de desenvolver melhor as histórias. Porém seria mais vantajoso que fosse segunda e terça, para assim não deixar o espectador sequer esquecer o episódio passado.

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Erros – O primeiro problema do X Factor Brasil é de ordem técnica: edição e som. A edição peca por não dinamizar muito o episódio. As histórias poderiam ser contadas com uma trilha sonora que despertasse mais emoção no espectador. Os cortes estão sendo problemáticos, e a escolha de terminar o episódio de estreia sem o desfecho de uma apresentação é bastante questionável. Já o som peca por ser ruim basicamente. Em vários momentos dá a impressão que a gravação acontece de maneira amadora. Temos que aumentar o volume para ouvir, além de ficar com a impressão de está abafado, de estamos na era do analógico ainda.

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Jurados – Se Rick e até mesmo Paulo Miklos são bons jurados, o mesmo ainda não se pode dizer de Alinne Rosa e Di Ferrero. Os dois estão pecando tal como muitos outros artistas pecam, não só no Brasil: estão sendo superficiais, vagos, vazios e muitas vezes irrelevantes em suas colocações. Nem cabe aqui fazer juízo de valor da qualidade de seus trabalhos, mas o que chama atenção é que na maioria das vezes as colocações são aquelas padronizadas, sem nenhum elemento técnico. Se eu fosse um candidato, iria querer uma avaliação que me fizesse pensar e questionar meu trabalho, mesmo se fosse duras críticas.

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Os candidatos – Este é um problema que pode ser momentâneo, afinal de contas, estamos ainda indo para o terceiro programa. Mas o fato é que tivemos pouquíssimos destaques até aqui. Tirando Rafael Oliveira, que cantou de modo sublime Hero, da diva Mariah Carey, nenhum outro candidato chamou muita atenção. Um ou outro foi bem, mas ai vem a comparação com candidatos de outros X Factors e eles vão para escanteio.

O X Factor Brasil começou até bem. Com audiência boa, sobretudo nas redes sociais, o programa tem tudo para engrenar, afinal é uma marca que chama público. Só falta resolver algumas questões, que o reality pode se tornar uma ótima opção para as noites de segunda e quarta.




3 respostas para “Crítica X Factor Brasil: os erros e acertos da primeira semana do reality musical da Band”

  1. Bom dia, esse programa é rídiculo, a figura do Paulo Miklos é horrível olhar p/ele, parece uma caveira, que povo horroroso, quanta cheia feia, a vida já é tão difícil, gosto de ver gente bonita na televisão, pessoas interessantes, como por exemplo o Jornal da Banda c/Ricardo Boechat que homem culto, a Monica Bergamo só leva pessoas de alto nível cultural, eu quero ver programas que acrescentam algo de sabedoria, aprender, por que não? Esse programa X-Factor que copiar, imitar quem? Gente pelo amor de Deus, inventam uma coisa mais cultural, mais interessante, os candidatos se apresentam numa escrotice medonha, e os jurados são péssimos, acaba logo c/isso de uma vez e colocam uma coisa mais interessante e que tenha audiência. Desculpe mais fui extremamente sincera.
    Iolanda Nolasco

  2. conselho grupo onix cantar capela como eles são profissa musica creep radio head pra emociona tudo logo

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