menu
Entendendo o comportamento dos personagens da minissérie Justiça | Cabine Cultural
Notícias Televisão

Entendendo o comportamento dos personagens da minissérie Justiça

Justiça

Justiça

“A primeira personagem na qual me pus na pele foi a de Adriana Esteves. Velho, como não defender seu filho depois de um estresse anterior com aquele vizinho?”

Por Feminino e Além

Duvido que você já não tenha se encaixado em uma das quatro histórias de Justiça e não tenha se perguntado. IMPOSSÍVEL! Manuela Dias, que já veio muito bem em Ligações Perigosas, vem dando show de enredo e roteiro. O jeito que as histórias se entrelaçam, onde cada uma passa pelo caminho da outra, o jeito meio puzzle de ver uma série, que para todos os casos é separada em quatro “contos”, é genial.

But, meu assunto aqui é outro. Como todos já sabem, esta coluna tem como objetivo aproximar o irreal do real. Será irreal mesmo? A primeira personagem na qual me pus na pele foi a de Adriana Esteves. Velho, como não defender seu filho depois de um estresse anterior com aquele vizinho? Depois de um nervoso absoluto com a internação brutal do marido? Zorra, é seu filho ali! Complicado isso demais. Agora o personagem de Enrique Diaz arruma o caminho para que ela ache a filha. Mas será que isso basta pelos sete anos que ele a deixou trancafiada, fazendo com que seus filhos fossem para o mundo sem nenhuma proteção? Agora a filha é uma prostituta e o filho, ainda menor, um pivete. Será que tem jeito deles se entenderem? A vida da mulher está toda de cabeça para baixo e só um culpado por isso. O que eu faria? Sinceramente, não sei…

O lado de Deborah Bloch… como perdoar aquele cara? Vejam onde o ciúme e a possessividade levam uma pessoa: a matar outra. Não tem essa de “foi uma crise de momento, me perdoe”. NADA viabiliza… continue lendo



Uma resposta para “Entendendo o comportamento dos personagens da minissérie Justiça”

Deixe uma resposta