Crítica X Factor Brasil: programa desta quarta foi o melhor e mais correto até aqui
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Crítica X Factor Brasil: programa desta quarta foi o melhor e mais correto até aqui

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X Factor Brasil

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Bons candidatos, boas audições e bons argumentos foram as características do episódio desta quarta, dia 14 de setembro, do X Factor Brasil

Um episódio bem redondo, sem muitas falhas e bons candidatos. Era disto que o X Factor Brasil estava precisando para chegar com mais força nas próximas fases do programa musical da Band.

E nesta última quarta,  dia 14 de setembro, foi isto que o espectador fã do reality viu: ótimas audições, comentários razoáveis e uma edição um pouco mais sábia. Mas só um pouco. E para quem achar mais falhas que nós, vai uma observação bem pertinente: essa fase inicial do programa é, na maioria dos realitys, uma chatice. Isto em qualquer lugar do mundo. Talvez uma boa exceção seja o The Voice americano, por conta da dinâmica dos jurados, que deixam o tom de comédia se sobressair.

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Apresentações
As audições desta quarta foram realmente boas, merecendo destaque. Cecília, Naomi, Felipe, Jenni, e as sensacionais meninas do A’s Trinca deram um brilho especial ao programa. Isto prova que material humano o X Factor Brasil tem, basta agora, basta a produção do programa caprichar mais nas questões técnicas e na trilha sonora, que as apresentações prometem ser bem interessantes.

Mais comedidos, os jurados também não falaram muitas bobagens, e Rick Bonadio segue como era esperado, sendo o melhor dos interlocutores, mesmo quando a opinião não agrada os candidatos.

Outro ponto forte é a participação de Fernanda Paes Leme, que vem se tornando uma personagem a mais na vida de cada candidato. Dá para notar seu claro interesse e torcida por cada um deles, e mesmo os nitidamente ruins, levam palavras de afago da apresentadora, que consegue aliar um bom trabalho de apresentação com a sua beleza, que chama muita atenção, e não só dos meninos.

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Uma coisa que continua incomodando – e ainda não é muito claro o porquê disto acontecer – é a quantidade excessiva de canções cantadas em inglês no X Factor Brasil. O acervo nacional de canções brasileiras é rico por demais para que poucos cantores a utilizem. O resultado acaba sendo canções sendo cantadas sem muita alma, pois para entregar uma apresentação bárbara em inglês é necessário um entendimento gigante da letra, o que vem faltando em boa parte dos candidatos que cantam na língua estrangeira.

Outro destaque desta quarta foi um fato que tinha sido já mostrado no episódio de estreia: um cantor que se apresentou em grupo seguir adiante sozinho. No caso de hoje, Priscila, que foi se apresentar com um coral, mas acabou saindo da audição com uma vaga solo. Estas questões são interessantes para o programa, pois cria um burburinho a mais, mas é preciso cuidado para não se fazer isto sem coerência.

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X Factor Brasil segue já mais próximo de sua próxima fase, onde os candidatos começarão a receber treinamento, e onde esperamos que o programa enfim deslanche. O público deseja muito isto.

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