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Crítica: com Miley Cirus e Alicia Keys, 11ª temporada do The Voice ganha novo ar | Cabine Cultural
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Crítica: com Miley Cirus e Alicia Keys, 11ª temporada do The Voice ganha novo ar

The Voice 11

The Voice 11

Diferente de anos anteriores, desta vez a mudança foi mais radical, com dois técnicos de uma vez e duas mulheres na bancada pela primeira vez

A 11ª temporada do The Voice americano começou esta semana nos Estados Unidos, e no Canal Sony também, e por incrível que possa parecer, ele ganhou um ar de novo, como se as coisas tivesses começado por agora. E isto se deve a dois fatores: duas mulheres, melhor dizendo. Alicia Keys e Miley Cirus.

As duas entraram trazendo o ar de novidade, e melhor, agregando qualidade, simpatia e sarcasmos. Se antes só tínhamos o casal Blake e Adam para nos divertirmos, agora temos também a espontânea da Miley Cyrus e a mais que talentosa e linda Alicia Keys.

E, ao menos no episódio de estreia, as coisas parecem que deram muito certo, e o The Voice retornou como há muito tempo não havia voltado: com ótimos candidatos, uma boa edição, dinâmica, e principalmente, com uma interação das melhores possíveis, talvez a melhor equipe de técnicos da história do The Voice.

Tudo bem que Christina Aguilera é insubstituível, afinal é ela a atual campeã, porém, se colocarmos os quatro técnicos na balança, nós veremos que até hoje não tivemos um grupo de técnicos tão bom, engraçado e competente.

No episódio inicial já vimos alguns potenciais finalistas, e vale o destaque aqui para Ali Caldwell, que virou 4 cadeiras e já entra para o grupo de favoritas. E a primeira candidata do programa especial, que aconteceu logo depois do encerramento dos Jogos Olímpicos, Wé McDonald.

O que de melhor aconteceu: o destaque fica para a interação de todo o grupo, e não mais entre Blake e Adam Levine somente. Miley Cyrus promete ser tão intensa e engraçada quanto Blake. Alicia se comportou – ao menos nos primeiros programas – como uma versão feminina do Pharrell Williams, e acabou sendo a grande surpresa da noite. Todos queriam Alicia.

A dinâmica do programa está melhor, com menos tempo para as histórias, mas ainda assim com o uso bem produzido delas, afinal, as histórias de vidas dos participantes irão ajudar, ou não, em sua jornadas no reality musical. Christian Cuevas, o último candidato da noite, é um ótimo exemplo disto: ótima voz, interpretação emocionante e história de vida marcante. Outro destaque.

Poderíamos dizer também que as meninas tiraram o domínio de Adam Levine, porém este é um fato que já aconteceu com a entrada de Pharrell, anos atrás. Diferente de Shakira e Gwen Stefani, as duas cantoras de agora conseguem levar os melhores cantores, e não ficarem somente com os restos, como acontecia antes.

O The Voice começou a 11ª temporada prometendo ser uma das melhores da história do programa. Renovado, com caras novas, e mantendo a boa qualidade dos candidatos. No fim das contas um programa deste gênero só precisa disto: boa música e boas histórias.



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