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Roda Viva desta segunda entrevista o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro

Roda Viva - Foto Jair Magri

Roda Viva – Foto Jair Magri

A pauta da conversa com Andrew Parsons será os resultados dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, além de outras questões; começa às 22h, ao vivo, na TV Cultura

E o ciclo olímpico brasileiro acabou com o término dos Jogos Paralímpicos da Rio 2016. Agora chegou o momento de refletir e ver o que deu certo e o que deu errado, não só na organização do evento, mas também da atuação do país enquanto competidor.

Uma boa oportunidade para avaliação acontecerá nesta segunda-feira, da 26 de setembro, com o programa Roda Viva, que desta vez entrevistará o carioca Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

O programa vai ao ar ao vivo, na segunda-feira (26/9), às 22h, na TV Cultura.

Na pauta, os resultados dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, realizados de 7 a 18 de setembro. O evento, que envolveu 160 países, teve a participação de mais de 11 mil atletas, englobando 23 esportes em 528 provas.

Se por um lado as metas do Brasil não foram cumpridas (era ficar entre os cinco primeiros), por outro o Brasil superou sua marca de medalhas. Foram 72 no total, sendo 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze, conquistando o oitavo lugar no quadro geral das paralimpíadas.

Podemos considerar um êxito?

Andrew Parsons
Formado em Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Andrew começou no CPB em 1997 como estagiário de jornalismo. Depois, em 2001, foi nomeado secretário-geral da entidade e, em 2009, foi eleito presidente. Ele também é vice-presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) desde 2013.

O Roda Viva, apresentado por Augusto Nunes, vai ao ar às 22 horas. Assista ao vivo pelo Youtube.

 


Uma resposta para “Roda Viva desta segunda entrevista o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro”

  1. Repetindo uma pergunta já feita…mas com outro proposito: pq não realizar os jogos para límpidos antes da olimpíada….não teria uma maior atenção tanto de empresas como do publico?

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