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Crítica: Tela Quente desta segunda exibe o emocionante A Culpa é das Estrelas

A Culpa é das Estrelas

A Culpa é das Estrelas

Belíssimo filme é a grande atração de Tela Quente nesta segunda-feira, dia 03 de outubro; emocionante

Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) é uma adolescente diagnosticada com câncer, que segue viva graças a uma droga experimental. Lutando há anos com a doença, Hazel se vê obrigada pelos pais a participar de um grupo de apoio para conseguir ter alguma vida social. Mesmo contrariada, ela acaba aceitando a sugestão, e é a partir daí que a sua vida irá mudar para sempre.

De que filme nós estamos falando?

Sim, de A Culpa é das Estrelas, a grande atração desta segunda-feira, dia 03 de outubro, de Tela Quente. O filme começa logo após a estreia da nova novela, A Lei do Amor. A segunda promete ser especial!

Crítica
Ares juvenis, sim, esse é o primeiro elemento característico da história. Neste aspecto específico, trata-se de uma versão mais aprofundada de Meu Primeiro Amor, um já clássico do cinema. A relação de Hazel com Augustus Waters (Ansel Elgort) oferece isso. Quando os dois se conhecem, e trocam olhares, no grupo de autoajuda que ambienta a parte introdutória da história, eles estão – bem da verdade – dando o pontapé inicial para uma nova e intensa fase da vida de um adolescente: a fase das descobertas e das primeiras vezes. E passar por essa complicada etapa ao lado de alguém que gosta e que irá te marcar por todo o resto da vida é de um prazer (e uma felicidade) inexplicável. E eles passaram por esse momento juntos, num curto, porém precioso, espaço de tempo. Essa relação, bela, por vezes ingênua e por vezes adulta, foi muito bem desenvolvida pelo diretor Josh Boone, que ajudou a construir uma história de amor adolescente sem se agarrar às facilidades que este tipo de filme produz.

Mas contrapondo esta perspectiva juvenil, o roteiro, com suas metáforas e seus diálogos, impõe ao espectador uma série de mensagens que causa impacto em todos nós, independente da idade que possuímos. Como não refletir a constante discussão de Hazel e Gus sobre o que desejar da vida? Ele, com sua grandiosa vontade de se fazer inesquecível, de ser inesquecível perante o mundo, é contraposto pelas belas palavras de Hazel, que num determinado momento questiona este seu desejo, o… leia a crítica completa



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