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Crítica No Fim do Túnel: suspense carrega roteiro eficiente e clima sombrio | Cabine Cultural
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Crítica No Fim do Túnel: suspense carrega roteiro eficiente e clima sombrio

No Fim do Túnel

No Fim do Túnel

Dirigido e roteirizado por Rodrigo Grande. Elenco com:  Leonardo Sbaraglia, Pablo Echarri, Clara Lago, Javier Godino, Federico Luppi.

Por Gabriella Tomasi

Joaquín (Sbaraglia) é um homem cadeirante e técnico de informática, que vive solitariamente em uma escura, e desorganizada casa com seu cachorro Casimiro. Ao decidir alugar um de seus quartos, a stripper Berta (Lago) e sua filha, Betty, aparecem repentinamente e com grandes pressas de se instalarem no local. A dinâmica muda totalmente com a presença das delas, conseguindo criar um vínculo de afeto muito forte com o protagonista.

Paralelamente, Joaquín descobre, ao escutar barulhos do outro lado da parede de seu porão, que o criminoso Galereto (Echarri), comandado por um delegado corrupto Guttman (Luppi) está criando um túnel por baixo da casa, a fim de roubar um banco vizinho. Assim, ele passa a estudar meticulosamente a identidade daqueles homens, assim como o plano para tentar impedir o êxito da operação.

No primeiro ato, vemos que o filme explora muito rapidamente o passado dos personagens, pouco aprofundando a história passada… continua a leitura



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