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Com Stallone: muita ação e pancadaria na Tela Quente desta segunda com Os Mercenários 3. Confira crítica | Cabine Cultural
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Com Stallone: muita ação e pancadaria na Tela Quente desta segunda com Os Mercenários 3. Confira crítica

Arnold Schwarzenegger

Arnold Schwarzenegger

Sylvester Stallone e seu grupo estão de volta para encarar Mel Gibson; filme começa logo após a novela A Lei do Amor

Você que é fã de ação, de filmes com pancadaria e, principalmente, de filmes com os maiores astros deste gênero, tem um compromisso inadiável com a sessão Tela Quente desta segunda. E qual o filme da noite? Nada mais, nada menos que Os Mercenários 3, mega sucesso dos cinemas que chega pela primeira vez a rede aberta.

O filme começa logo após A Lei do Amor.

A trama
Barney (Stallone), Christmas (Jason Statham) e o resto do time se deparam com ninguém menos do que Conrad Stonebanks (Mel Gibson), que simplesmente ajudou a fundar Os Mercenários, anos atrás. O problema é que Stonebanks virou um traficante de armas implacável e alguém que Barney foi obrigado a matar. Pelo menos, era isso o que ele pensava.

Após “vencer a morte”, Stonebanks está de volta e com sede de vingança. Seu plano? Exterminar os Mercenários. Para encarar o seu antigo “sócio”, Barney decide misturar experiência com sangue fresco e recruta novos e habilidosos integrantes para a equipe.

Com muitas cenas de ação, algumas espetaculares, Os Mercenários 3 é um prato cheio para amantes do gênero. O roteiro não é dos melhores, mas pouco importa, pois o que vale a pena no filme são as cenas de explosões e lutas, além daquele clima de nostalgia que ronda o filme.

Uma boa pedida.

Crítica
Um ponto que merece atenção é a forma escolhida pelos roteiristas para filmar as cenas de recrutamento dos novos mercenários, que se assemelha quase que integralmente ao feito no filme 11 homens e um segredo. O mais interessante é que ambos os filmes são irmãos em essência, já que Stallone cumpre em Os Mercenários a mesma função que George Clooney cumpriu em sua franquia, que é basicamente chamar os amigos para se divertirem fazendo um filme sem grandes propósitos.

A direção do filme, a cargo de Patrick Hughes, é bem tradicional, sem grande nuances ou detalhes para ser questionados. A vibe que o filme propõe transmitir é o mais importante aqui e neste sentido toda a testosterona, todas as piadas (foram poucas mas boas) e todas as explosões (foram muitas) fazem do filme uma divertida experiência cinematográfica. Leia a crítica completa



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