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Crítica O Contador: um filme eficiente em seu tom hermético e de violência precisa | Cabine Cultural
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Crítica O Contador: um filme eficiente em seu tom hermético e de violência precisa

O Contador - Divulgação

O Contador – Divulgação

Com uma infância traumática por conta de seu autismo e funções cognitivas fora do normal, é treinado por seu pai militar para usar sua inteligência em paralelo ao domínio físico

Por João Paulo Barreto

Notoriamente visto como um ator limitado em suas performances dramáticas, Ben Affleck se revelou um dos melhores diretores de sua geração. Medo da Verdade, Atração Perigosa mostraram uma energia em seu modo de direção que alcançou com Argo, o vencedor do Oscar de melhor filme em 2013, uma maturidade primorosa na criação de thrillers.

No entanto, o galã ainda se arrisca a criar personagens baseados em seu modo soturno de atuação, como vimos no próprio Argo, sob a batuta de David Fincher em Garota Exemplar, e, contrariando muitas previsões pessimistas, acabou se revelando um excelente Batman na ultima encarnação do herói nos cinemas. Em O Contador, esse modo automático de atuar, sem muita necessidade de expressões dramáticas ou exigências nessa linha, se adéqua perfeitamente para seu personagem, aqui, dirigido por Gavin O´Connor, do ótimo Guerreiro.

Affleck vive Christian Wolff, um contador profissional que atua sob a fachada de um simples profissional do ramo, mas que, na verdade, gere os livros de caixa de diversos criminosos de alto escalão em vários países… continua a leitura



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