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Crítica Quando as Luzes se Apagam: quem nunca teve medo do escuro? | Cabine Cultural
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Crítica Quando as Luzes se Apagam: quem nunca teve medo do escuro?

Quando as Luzes se Apagam

Quando as Luzes se Apagam

Dirigido por David F. Sandberg, Produção de Lawrence Grey, Eric Heisserer, James Wan (mesmo de Annabelle e Invocação do Mal) e roteirizado por Eric Heisserer. Elenco com: Teresa Palmer, Gabriel Bateman, Maria Bello, Alexander DiPersia, Billy Burke e Alicia Vela-Bailey

Por Gabriella Tomasi

Após presenciar eventos sobrenaturais desde a morte de seu pai (Burke), Martin (Bateman) pede ajuda de sua meia-irmã Rebecca (Palmar) e ambos acabam descobrindo uma entidade maligna (Vela-Bailey) ligada ao passado de sua mãe Sophie (Bello).

É uma história que se trata de relações familiares. É uma narrativa bem desenvolvida, abordando um amor que une uma família desgastada e desestruturada pelo tempo e pela perda. Que proporciona uma boa exploração dos personagens, suas personalidades, suas fraquezas e suas forças. Até a entidade possui um desenvolvimento próprio e, apesar de parecer uma receita de improbabilidade com um toque de clichê, a sua história nos convence.

A adaptação do curta-metragem, realizado pelo mesmo diretor Sandberg, conta com vários outros elementos clichês de terror que estamos sempre acostumados a ver, fazendo com que inúmeras cenas se tornem previsíveis, como, por exemplo, os planos-detalhe para uma maçaneta girando ou o esconderijo secreto da entidade no porão. Ainda assim, o filme tem êxito em deixar o espectador tenso e atrair sustos todas as vezes, pois desde o início já sabemos do que aquele monstro… continua a leitura



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