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Crítica MasterChef Brasil Profissionais: uma temporada sem grandes personagens

Competidores entram pela primeira vez na cozinha do MasterChef

Competidores entram pela primeira vez na cozinha do MasterChef Profissionais

Nesta terça-feira tem mais um programa, desta vez com os sete principais candidatos da temporada

A franquia MasterChef veio ao Brasil anos atrás através da Band e logo de cara virou mania entre os brasileiros, que não tinham até então um bom programa de culinária e de competição. Desde os primórdios os fãs abraçaram o programa, principalmente nas redes sociais, o grande forte do MasterChef Brasil.

Facebook, e principalmente, o Twitter, micro blog que elevou o MasterChef ao status de grande atração da emissora paulista. O principal atrativo, além dos jurados, todos ótimos, e da dinâmica do programa, era o número de candidatos interessantes que o programa trazia em toda edição.

Vilões, mocinhos, chatos, insuportáveis, protegidos… tinha sempre um para amar e outro para odiar. Até mesmo a versão Kids foi assim, ou quem não se lembra de Ivana, a menina filha de um alto funcionário do Google no Brasil e que todos achavam que era protegida?

Pois bem, nesta edição, a de profissionais, vem sendo a temporada mais fraca em termos de personagens. Estamos em uma edição onde falta carisma dos candidatos, e uma explicação é meio óbvia, evidente: eles são profissionais. Uma das características que nos fazem amar ou odiar um personagem do MasterChef é a capacidade dele de dar a volta por cima (Leonardo, da última edição), cometer erros grosseiros, mas ainda assim ser muito simpático (Fernando, também da mais recente temporada)… Enfim, eles são falhos.

No MasterChef Brasil Profissionais eles até cometem erros, mas nunca admitem. Vejam João, por exemplo. Todas as vezes que ele foi criticado por um dos jurados, sua primeira reação foi rechaçar a opinião de Paola, Jacquin ou Fogaça.

João acabou rapidamente sendo um dos menos populares pelo público nas redes sociais, porém essa atitude acabou sendo comum a todos os competidores do programa, em maior ou menor grau.

Ivo é outro que consegue se destacar também, pelos dois lados. Por um é extremamente competente, até por ser o mais experiente entre eles, e por outro, acaba sendo, ou tendo atitudes que soam arrogantes, e muitas vezes são.

Eles são os dois protagonistas desta temporada. Sempre foram desde o primeiro programa. E é muito pouco para o MasterChef. Se olharmos para a última edição de amadores, que nem foi a melhor da história do programa, vamos lembrar ao menos uns cinco destaques (Raquel, Bruna, Leo, Fernando e Gleice). E ainda temos alguns outros (Pedro, Lee, Luriana…).

Neste MasterChef profissionais, além dos dois vilões, talvez Dário se consolide com o primeiro destaque positivo do programa, e um dos favoritos ao título desta temporada. O resto é composto de candidatos que provavelmente serão esquecidos a qualquer momento, por não terem nenhuma característica que os aproximem do público.

Este fato faz desta edição do MasterChef Brasil a menos interessante do ponto de vista da história, de acompanhar os participantes darem a volta por cima, ou entrarem em queda livre até serem eliminados. Este vai e vem de emoções é o elemento que faz o programa ser tão amado no Brasil.

Porém, ainda restam algumas semanas e de repente surge algum nome destes que estão ai que ganha força nas redes sociais. Marcelo talvez? Dayse? Fádia?

Só os próximos programas para responder.



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