Crítica Sing - Quem Canta Seus Males Espanta: nunca desista dos sonhos | Cabine Cultural
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Crítica Sing – Quem Canta Seus Males Espanta: nunca desista dos sonhos

SING Quem Canta Seus Males Espanta

SING Quem Canta Seus Males Espanta

Dirigido e roteirizado por Garth Jennings. Vozes originais: Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Seth MacFarlane, Scarlett Johansson, John C. Reilly, Tori Kelly, Taron Egerton, Nick Kroll

Por Gabriella Tomasi

Sing acontece em um mundo povoado inteiramente por animais. Conhecemos a princípio a história de um coala chamado Buster (McConaughey – Um Estado de Liberdade), dono de um teatro, o mesmo que frequentava desde pequeno com seu pai, admirando a estrela dos espetáculos: a então famosa Nana Noodleman. Apaixonado pelo que faz, sua vida gira em torno deste local, o que torna mais evidente ainda pela paleta de tons intensos do vermelho (simbolizando a paixão que possui pelo teatro), e pelo fato de que ele o faz de sua morada. Ocorre que, com dificuldades financeiras, sem obter êxito em emprestar dinheiro de seu amigo rico a ovelha Eddie Noodleman e prestes a perder o imóvel para o Banco, Buster decide criar uma competição de canto e assim, obter os rendimentos necessários para recuperar seu amado teatro.

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Não coincidentemente, cria-se um cenário, no qual se faz referências aos muito atualmente populares realitys shows da indústria musical, tais como The Voice e American Idol, colocando Buster e sua assistente como jurados. Filas gigantescas do lado de fora com pessoas (ou melhor, animais) buscando alguns minutos de fama, processos de seleções intermináveis e até uma cobertura… continua a leitura




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