Na Netflix: como não falar de "The OA"? | Cabine Cultural
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Na Netflix: como não falar de “The OA”?

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The OA

The OA

“O final é surpreendente e por isso você se pergunta: Fui enganado ou perdi algum detalhe que corrija meu pensamento? Eu respondo: aguardemos a segunda temporada…”

O Netflix consegue mais uma façanha: ficar no falatório da semana com o lançamento de sua série The OA. Desde sempre eu disse: é uma “Stranger Things sem maneirismos”. E foi! Para quem ainda não viu, não se preocupe. Não rolarão spoilers. Porque até se eu quisesse fazê-lo, não saberia por onde começar.

Uma das grandes cartas do Netflix é conseguir atores que nos envolvem. Depois de Eleven, é a vez de Prairie Johnson ou OA. Como queiram chamá-la. Ela é encantadora assim como foi a pequena de Stranger Things. E isso nos faz querer ver todos os oito episódios o mais rápido possível. Não acho que dê para comparar (fora o carinho que pegamos pelos personagens) com a série dos anos 80 do serviço de streaming. São parecidas no olhar do todo, mas completamente diferentes ao que se propõem mostrar.

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A sinopse: “A série começa com uma jovem cega, em torno de seus vinte anos. Prairie Johnson (Brit Marling) desapareceu anos antes, mas voltou à casa na qual cresceu com a visão recuperada. Alguns a consideram um milagre, outros um mistério perigoso, mas Prairie se recusa a falar sobre seus sete anos desaparecida com seus pais e com o FBI”. A melhor estratégia do Netflix…continua a leitura



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