Hacksaw Ridge: não se trata de um filme de guerra, mas de simbologia e moral | Cabine Cultural
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Oscar 2017: Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)

Hacksaw Ridge

Hacksaw Ridge

 

Mel Gibson conseguiu entregar uma história (verdadeira diga-se de passagem) que nos traz a reflexão do que é realmente necessário em certos trâmites

Mel Gibson fez as pazes com Hollywood? Sei lá eu, mas com seu público acho que sim. O muito bom Hacksaw Ridge (Até o Último Homem) veio, rezou uma lenda, mas entregou o que prometeu. Vamos lá: melhor filme, diretor, ator (?), efeitos visuais, edição, edição de som e mixagem de som.

A sinopse: “Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss (Andrew Garfield) se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. O que faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso”.

Não preciso dizer que Gibson fez de Andrew um cara que não levamos a sério no começo até quase o meio. Não, você acha que ele está ali para tirar uma onda, mas não, é muito sério a bandeira que ele levanta com muita coragem. Não, não se trata de um filme de guerra, mas de simbologia e moral. Não, não se trata da luta contra os japoneses, mas a favor do que se acredita. Por que falo isso?… continue a leitura


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