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Crítica: Netflix estreia A Teoria de Tudo, filme que de o Oscar a Eddie Redmayne

A Teoria de Tudo

A Teoria de Tudo

Filme chegou à plataforma de streaming nesta terça-feira, e é uma ótima opção para quem gosta de filmes que venceram o Oscar

Nesta terça-feira, dia 14 de fevereiro, chegou à Netflix o sensacional A Teoria de Tudo, filme que de o Oscar de ator para Eddie Redmayne.

Confira crítica

Stephen Hawking é um ser iluminado, disto não temos dúvida alguma. E esta constatação não se deve somente ao seu histórico como astrofísico e cosmólogo, mas, sobretudo ao seu histórico como pessoa, como alguém que venceu todas as probabilidades contrárias que teve durante parte de sua vida.

Mas por detrás de uma personalidade grandiosa e até certo ponto doce, sempre se encontrou uma mulher determinada a fazer de um tudo para aquele que ama. Estamos falando de Jane Wide, o primeiro amor de Hawking, que na pior época de sua vida, lhe deu motivos para continuar lutando, e que hoje se transformou no principal ponto do filme A Teoria de Tudo, uma das estreias dos cinemas na semana passada.

Stephen Hawking é interpretado pelo jovem e bastante talentoso Eddie Redmayne; Jane Wide traz uma Felicity Jones em ótima forma, surpreendendo a todos com uma atuação poderosa e que lhe rendeu justamente uma indicação ao Oscar na categoria de melhor atriz.

A primeira parte do filme, que mostra a entrada de Hawking na Faculdade e o seu primeiro encontro com Jane, é bastante eficiente. Delicado, com uma atmosfera ingênua, a história apresenta duas pessoas destinadas a viverem juntas por um bom tempo. Hawking ama desde esta época a astrofísica e o roteiro faz questão de deixar isto claro. Os primeiros diálogos com Jane unem curiosidades sobre as constelações e o início de um flerte que logo acarretaria em namoro… crítica completa

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