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Crítica: 50 Tons de Cinza entra para o catálogo da Netflix em março

50 Tons de Cinza no Telecine

50 Tons de Cinza

O filme, o primeiro da saga de Christian Grey e Anastasia Steele, é uma febre literária, que seguiu os mesmos passos no cinema

Anotem ai na agenda: dia 12 de março a Netflix estreia um dos filmes mais comentados de 2015: o super hypado 50 Tons de Cinza.

O filme, que demorou um bom tempo para sair dos livros e ir para às telonas, chegou como um representante da chamada literatura adulta, e muitos acreditavam que o teor, bem picante, do livro, fosse perpassado integralmente para os filmes. A questão é que os filmes possuíam (e visavam possuir) censura 16 anos, para assim atrair um público mais amplo e numeroso. Resultado: uma frustração para os amantes do livro.

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Mas enfim, o importante é que no dia 12 de março a Netflix coloca o filme em seu acervo, trazendo alegria para muitos de seus assinantes.

Crítica
Valeu à pena a espera? Dá para refletir e introduzir psicologia ao filme? O filme é erótico?

Respondendo: o filme, dirigido pela cineasta Sam Taylor-Johnson (O garoto de Liverpool) e que retrata o relacionamento do jovem milionário Christian Grey (Jamie Dornan, da ótima série The Fall) com a estudante Anastasia Steele (Dakota Johnson), saiu, no fim das contas, bem além do que esperávamos. A espera valeu neste sentido, por fazer o espectador se surpreender ao invés de se decepcionar.

Todos imaginavam uma história erotizada, que buscaria fisgar o público pelas cenas de cunho fetichista e sexual. Neste sentido, 50 Tons de Cinza surpreende, pois apresenta, mesmo que ainda superficialmente, um personagem com seus demônios internalizados, e é daí que surge boa parte de suas práticas sexuais… continua a leitura


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