Crítica Logan: um Wolwerine que os fãs tanto queriam ver
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Crítica Logan: um Wolwerine que os fãs tanto queriam ver

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Logan

Logan

Dirigido por James Mangold. Roteirizado por Michael Green, Scott Frank, James Mangold. Elenco: Hugh Jackman, Dafne Keen, Patrick Stewart, Richard E. Grant, Boyd Holbrook, Stephen Merchant, Elizabeth Rodriguez

Por Gabriella Tomasi

Quando somos crianças ou até mesmo em nossa adolescência, carregamos até a nossa fase adulta a ideia de que os filmes de super-heróis são aquelas super produções com muita ação e muitos efeitos especiais, que tratam de mocinhos com muitos poderes sobrenaturais que devem impedir muitos vilões de destruir ou dominar o mundo. Diferentemente, Logan, a última aparição de Hugh Jackman nos cinemas como o mutante Wolwerine de X-Men, traz a nova possibilidade de uma linda abordagem intimista de estudo deste personagem, que durante décadas o acompanhamos, com o intuito de dar um desfecho à sua história.

Neste sentido, encontramos um Wolwerine no ano de 2029, que às vezes mal consegue se levantar quando cai, frequentemente ofegante, envelhecido e com a sua saúde comprometida (reparem especialmente nos ferimentos e nas garras já um pouco deformadas). Tentando ao máximo proteger e cuidar de Charles Xavier (Stewart), cuja condição física se revela pior ainda que a de seu companheiro, na medida em que percebemos a magnitude de sua vulnerabilidade quando o professor mal consegue conter suas habilidades psíquicas sob controle, ambos encontraram refúgio em uma propriedade perto da fronteira mexicana, onde convivem com outro mutante, Caliban (Merchant). Os tempos são outros, esse aspecto é visível. Em uma sociedade na qual os mutantes se deram como praticamente extintos, a figura calejada de ambos personagens denotam não somente os anos que viveram (porque o longa tem bastante consciência de toda a história anterior dos X-Men)… continua a leitura


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