Crítica Logan: Wolverine e o fim de um ícone da Marvel nos cinemas

Logan
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“Na história, que se passa em 2029, Logan ganha a vida como chofer de limusine, para cuidar do nonagenário Charles Xavier”

Por NoSet

Desde a cena inicial, o espectador é apresentado a um futuro distópico, onde os mutantes jovens que estávamos acostumados a ver deixaram de nascer e os poucos que restaram são perseguidos pelo governo. Então toda aquele embate que a sociedade sofreu para aceitar estes ditos “seres especiais” já não é mais visto aqui. Além disso, não é de hoje que as pessoas têm clamado por um filme Wolverine com a classificação Rated R (que no Brasil é algo semelhante a classificação indicativa para maiores de 18 anos ou jovens acompanhados de adultos responsáveis), desde quando o herói estalou as garras pela primeira vez, há dezessete anos atrás.

Embora tenha havido gostos pequenos de um filme solo do mesmo – notado principalmente através dos cortes do diretor que Wolverine: Imortal passou –, foram necessários oito filmes para finalmente dar aos fãs o que eles querem. Se a pergunta que você estiver fazendo é “será que valeu a pena esperar?”, a resposta é: absolutamente!

Logo, fica claro que o diretor James Mangold não está de brincadeira no que diz respeito à linguagem imprópria, visto que a primeira palavra dita na fita é “f**k”, seguida por um combate sanguinário entre o protagonista e capangas que roubaram o seu carro. Pense bem: o que aconteceria a um corpo se um homem com garras maciças o atacasse? Entre poucas e boas, as icônicas garras de adamantium são comparadas ao Freddy Krueger em um pesadelo…

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