Crítica: As Confissões, um suspense intrigante
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Crítica: As Confissões, um suspense intrigante que prende a nossa atenção

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As Confissões

As Confissões

Dirigido por Roberto Andò. Roteirizado por Roberto Andò e Angelo Pasquini. Elenco: Toni  Servillo, Connie Nielsen, Pierfrancesco Favino, Marie-Josée Croze, Moritz Bleibtreu, Lambert Wilson, Daniel Auteuil

Por Gabriella Tomasi

No início, somos transportados a um hotel luxuoso na Alemanha, onde o monge e escritor Salus (Servillo) chega para encontrar com ministros da economia que compõem o G8 da Europa. Representantes da Alemanha, Rússia, França, Itália, Japão, Reino Unido, EUA e Canadá se reúnem com o presidente francês do Fundo Monetário Internacional Daniel Roché (Auteuil). Este, por sua vez, foi o responsável por chamar o monge, até o que seria uma espécie de retiro para os ministros, com um propósito específico: fazer sua última confissão.

No dia seguinte, Roché é encontrado morto no seu quarto de hotel com o mesmo saco plástico trazido ao hotel pelo monge. Será Salus responsável pela sua morte? Será um suicídio? O que Roché contou ao monge em confidência? Todas essas questões são levantadas pelos oito ministros que, ao mesmo tempo em que lamentam a morte do companheiro, se preocupam com as consequencias do ocorrido perante a Bolsa de Valores ou se abalará a economia do Ocidente, já que Salus pode representar uma possível ameaça para a segurança da Europa, ao ter carregado consigo um gravador durante a confissão. Enquanto isso, o monge se recusa a se pronunciar sobre a conversa e quebrar, por conseguinte, o sigilo que Roché lhe confiou.

Dessa maneira, Andò tenta construir um thriller ao aproximar a câmera de seus personagens em primeiros planos, para estudar o comportamento… continua a leitura


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