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Crítica Cinquenta Tons Mais Escuros: é bom, ruim ou péssimo?

Cinquenta Tons mais Escuros

Cinquenta Tons mais Escuros

“Em Cinquenta Tons de Cinza eu senti falta da química entre Dakota e Jamie e nesse segundo filme eu ainda continuo achando que eles não têm a tal química perfeita para o papel

Por NoSet

Fazer uma crítica sobre os filmes da franquia Cinquenta Tons é sempre muito delicado. Há quem acha que os livros usados para a adaptação é um tanto machista e possessivo, e há quem pensa que é a salvação de um homem perdido.

É fácil entender porque Cinquenta Tons se tornou uma febre mundial, tantos os livros como suas adaptações, ambos tem aquilo que algumas pessoas podem chamar de algo atrativo. A trama gira em torno de Anastasia Steele, uma garota virgem sem ambições que conhece um homem rico e poderoso, logo ela se vê apaixonada por ele e rodeada em um mundo de carros importados, roupas de grife, celulares e computadores de marcas, no qual ela nunca imaginou fazer parte. Mas como tudo o que é bom, sempre tem o seu lado ruim, Christian Grey é um sádico que não quer relacionamentos convencionais, até Anastasia entrar em sua vida e literalmente ferrar com a cabeça do homem, parece até a clássica história de Cinderela, só que em uma versão mais apimentada.

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Em Cinquenta Tons Mais Escuros, a trama se passa alguns meses após os acontecimentos do filme anterior, Anastasia (Dakota Johnson) e Christian (Jamie Dornan) reatam seu relacionamento, prometendo ser algo sem regras e sem segredos. Grey tenta explicar a Ana os motivos nos quais o levou a se tornar um sádico. Enquanto isso Anastasia é perseguida por uma ex-submissa de Christian (Bella Heathcote, de O Demônio de Neon), além de ser confrontada por Elena (Kim Basinger, Sentinela), a mulher que apresentou ao Grey… continua a leitura




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