Crítica Fome de Poder: o filme do McDonald’s
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Crítica Fome de Poder: o filme do McDonald’s

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Fome de Poder

Fome de Poder

Dirigido por John Lee Hancock. Roteirizado por Robert D. Siegel. Elenco: Michael Keaton, Nick Offerman, John Carroll Lynch, Linda Cardellini, Patrick Wilson, B. J. Novak, Laura Dern

Por Gabriella Tomasi

McDonald’s. Todo mundo conhece esse nome. Pioneiro da rede fast-food, inspirador dos rivais Burguer King e Taco Bell, a história gira em torno de como o pequeno empreendimento de uma família do interior norte-americano se tornou na maior franquia de restaurante do mundo.

Nos primeiros minutos de filme, Roy Kroc (Keaton), um empresário, fala com a quarta parede. Confiante e determinado, ele tenta vender um produto – máquinas de milkshake – com carisma e polidez até receber a recusa de diversos potenciais clientes em diferentes cidades dos Estados Unidos que ele visita. Extremamente frustrado, ele demonstra cansaço até pelo mau atendimento dos estabelecimentos onde come, inserido maravilhosamente em uma espécie de foreshadowing, ou seja, indicando o que está por vir.

Em um contexto de tantas recusas, mas persistência, Kroc se depara com um pedido inusitado de seis máquinas feito por um pequeno restaurante chamado McDonald’s em San Bernardino na Califórnia, de então de propriedade de dois irmãos: Dick (Offerman) e Maurice (Lynch) Mc Donald. Percebendo a imensa potencialidade e a inovação daquele negócio, que cronometradamente prepara lanches de qualidade em 30 segundos, o protagonista torna-se seguro e decidido…continua a leitura


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