Crítica: Power Rangers estreia e nós respondemos: é ruim, bom ou ótimo? | Cabine Cultural
Cinema Críticas Notícias

Crítica: Power Rangers estreia e nós respondemos: é ruim, bom ou ótimo?

Power Rangers

Power Rangers

Direção por Dean Israelite. Roteiro por John Gatins. Baseado em Power Rangers por Shuki Levy e Haim Saban. Elenco: Dacre Montgomery, Naomi Scott, RJ Cyler, Ludi Lin, Becky G, Elizabeth Banks, Bryan Cranston, Bill Hader

Por Gabriella Tomasi

Power Rangers já foi uma grande e popular série de televisão dos anos 90 que contava com cinco adolescentes que, com super poderes, tentam manter a paz na terra e impedem criaturas poderosas de dominarem o mundo. Atualmente, em uma época em que grandes remakes estão sendo feitos, chegou a vez de reviver esta história após o fracasso de Power Rangers: The Movie.

A trama dá início na Era Cenozóica, na qual um ex-ranger vermelho Zordon (Cranston) em meio a um cenário de destruição e morte tenta impedir Rita Repulsa (Banks) de obter posse de um objeto que lhe permite ter controle do mundo. Sendo o último sobrevivente dentre seus companheiros, ele enterra então as cinco pedras para que novos rangers possam as encontrar e dar continuidade à missão. Milhões de anos depois, nós conhecemos os sucessores: Jason Scott, o líder e ranger vermelho (Montgomery); Kimberly Hart a ranger rosa (Scott); Trini a ranger amarela (G); Billy Cranston o ranger azul (Cyler) e Zack como o ranger preto (Lin) que habitam em uma pequena cidade chamada Alameda dos Anjos.

Este é um filme que traz elementos modernos, a fim de também alcançar o público mais jovem. Com uma linguagem atual de brincadeiras com Transformers e referências ao Clube dos Cinco, a fase adolescente é bem explorada, com questões e problemas que são felizmente encaradas de forma natural como, por exemplo, o homossexualismo e o autismo. Os cinco personagens também abraçam e incorporam muito bem a idade, em que, mediante uma abordagem interessantíssima do reflexo individualista da sociedade, todos somente poderão morfar caso estiverem em sintonia e aprenderem a apoiarem uns aos outros, ou seja, o verdadeiro espírito de equipe. Banks como Rita está quase caricata, mas funciona muito bem pois a atriz personifica essa característica que a personagem da série original já possuía… Continua a leitura

Deixe uma resposta