Crítica A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell - Ruim, bom ou maravilhoso? | Cabine Cultural
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Crítica A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell – Ruim, bom ou maravilhoso?

Confira o segundo trailer de Vigilante do Futuro

Confira o segundo trailer de Vigilante do Futuro

Como entretenimento, Ghost in the Shell funciona bastante. Trata-se de uma produção caprichada, repleta de boas sequências de ação

Por João Paulo Barreto

O desafio aqui é falar de Ghost in  the Shellversão live action, sem cair na armadilha raivosa de criticar a escolha do elenco norte americano para viver personagens que, na animação, são orientais. Cinema é indústria. Indústria custa caro. Estampar a cara da Scarlett Johansson no pôster atrai investidores e público. E, no final, o interesse principal dos produtores é esse. Então, se não quiser assistir à versão live action, a excelente animação sempre servirá de consolo.

Dito isso, passemos a análise da obra propriamente dita. Como entretenimento, Ghost in the Shell funciona bastante. Trata-se de uma produção caprichada, repleta de boas sequências de ação, uma direção de arte que se destaca pelo modo como cria um futuro que, em parte, se vê de acordo com o esperado para a humanidade, no qual superpopulações se espremem em grandes metrópoles e a publicidade parece invadir o dia a dia das pessoas de forma incisiva. A cidade do filme, inclusive, mescla uma espécie de Nova Iorque futurista, com a Los Angeles de Blade Runner (em todas as suas óbvias referências) com a Tóquio original da animação.

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Neste futuro, crimes são previstos com antecedência, algo que remete à obra de Phillip K. Dick, seres humanos podem ser aprimorados com tecnologia cibernética e ciborgues coexistem com pessoas. Major (vivida por Johansson) é uma agente da organização Section 9, que persegue um suposto terrorista virtual com a capacidade de hackear mentes que…Continua a leitura

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