Crítica: Domingo Maior desta semana exibe “Guerra Mundial Z” filme recheado de zumbis, terror e suspense
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Crítica: Domingo Maior desta semana exibe “Guerra Mundial Z” filme recheado de zumbis, terror e suspense

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Guerra Mundial Z

Guerra Mundial Z

 

Filme de 2013 é estrelado pelo mega astro Brad Pitt e será exibido neste domingo, dia 7 de maio, no Domingo Maior

Zumbis, zumbis, zumbis. Esta última década foi a década dos zumbis, ao menos no universo do cinema e das série de televisão. Elas dão audiência e por conta disto o Domingo Maior desta semana na Rede Globo exibirá um destes filmes sobre zumbis que fizeram bastante sucesso. O filme começa logo depois do Fantástico, por volta das 23h20.

O filme: “Guerra Mundial Z”. A estrela: Brad Pitt em primeiro lugar, depois os zumbis e por fim a atmosfera de suspense e terror que o filme passa.

Uma boa opção para fechar o domingo bem.

Crítica
O filme de Marc Forster está longe de ser a melhor experiência fílmica com os mortos vivos, mas ainda assim tem seus bons momentos, que fazem uma ida aos cinemas (ou às locadoras) valer a pena. Mas sua principal qualidade acaba sendo em alguns momentos também o seu grande defeito. Falo do ritmo.

O ritmo acelerado do filme, da narrativa, conta a favor em grande parte do desenvolvimento da história, sobretudo por não alargar tanto as relações interpessoais desenvolvidas pelos personagens, principalmente as do protagonista, Brad Pitt, que junto com sua família (esposa e uma filha) representa o miolo da história. É por causa dela que Gerry Lane (Brad Pitt) aceita a missão de viajar ao outro lado do mundo para conseguir pistas sobre a cura desta ‘doença’ que se alastra pela terra. Sendo assim, em alguns poucos momentos vemos este relacionamento ser colocado na história, mas a maior parte dessa relação familiar é apresentada de modo implícito, e cabe ao espectador o trabalho de imaginação.

Há outros elementos interessantes no filme de Forster e o mais notado é sem dúvida alguma o tom épico que ele impõe desde o início. É tudo muito grandioso, e o diretor soube se utilizar – em muitos momentos – da câmera para deixar ainda mais evidente esta ideia. Os planos usados normalmente são planos abertos, bem gerais, filmados lá de cima, para a todo instante ele avisar a quem assiste que a história contada é apocalíptica, que envolve a iminente destruição da Terra, ou, mais importante ainda, a iminente destruição dos Estados Unidos.

O que deixa a desejar em drama, oferece aos montes em ação, produzindo algumas das melhores cenas da história do cinema deste gênero. O filme é grandioso, blockbuster mesmo, e talvez por isso tenha sido a maior bilheteria da carreira de Brad Pitt.


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