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Assista: Roda Viva desta segunda debate Brasília em Chamas

Roda Viva - Foto Jair Magri

Augusto Nunes apresentando o Roda Viva – Foto Jair Magri

Em edição temática intitulada E Agora, Brasil?, que vai ao ar nesta segunda-feira, especialistas discutem as possíveis soluções para a crise política

Brasília em chamas! Foi o que vimos nesta última semana em plana capital do país. Um dos sintomas mais claros de que as coisas no Brasil vão de mal a pior. E o povo já concluiu e decidiu que os culpados são os políticos.

Assim, nesta segunda-feira (29/5), às 22h15, o Roda Viva põe no centro da roda o atual momento político e propõe aos convidados um debate acerca do papel do poder Legislativo neste estágio da crise. O jornalístico vai ao ar ao vivo na TV Cultura, na página oficial do programa no Facebook e no canal do YouTube.

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Nesta edição, também serão abordadas as possíveis atitudes a serem tomadas pelos parlamentares de modo a impedir fortes impactos na recuperação econômica, além de como devem proceder no caso de uma eleição indireta para presidente.

Debate
Com mediação de Augusto Nunes, a bancada conta com a participação do cientista político e superintendente-executivo da Fundação FHC, Sérgio Fausto; do deputado federal do PT de São Paulo e relator da comissão de reforma política na Câmara, Vicente Cândido; do editorialista do jornal O Estado de S.Paulo e comentarista da TV Gazeta e da Rádio Estadão, José Nêumanne; do cientista político e professor do Departamento de Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, Cláudio Couto; e do consultor político e professor de Comunicação Política da USP, Gaudêncio Torquato.

O programa também conta com a participação fixa do cartunista Paulo Caruso.

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Uma resposta para “Assista: Roda Viva desta segunda debate Brasília em Chamas”

  1. É conversa fiada de Gilmar Mendes quando diz que o papel do supremo não é político, ou que não tem implicação política. Essa afirmação é, verdadeiramente, uma asneira. Pois, a política é a essência das interações numa sociedade em todos os aspectos de suas relações, como fundamento que define intenções e objetivos enquanto direitos individuais, pessoais e coletivos. A questão é: os representantes do Estado como entes que traduzem a racionalidade da sociedade estão desmoralizados e não gozam de elegibilidade para fazer valer suas intenções, portanto não podem tomar decisões que impliquem em objetivos de uma sociedade, sendo necessário o julgamento de suas atitudes por instituições que tem legitimidade para tal. Todavia, não há nada puramente jurídico que não implique em intenções e objetivos como fundamento político da sociedade.
    Istefenson.

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