Crítica Mulher-Maravilha: bom, obra-prima ou um filme supervalorizado? | Cabine Cultural
Cinema Críticas Notícias

Crítica Mulher-Maravilha: bom, obra-prima ou um filme supervalorizado?

Mulher Maravilha filme

Mulher Maravilha filme

Dirigido por Patty Jenkins. Roteirizado por Allan Heinberg, Zack Snyder, Jason Fuchs. Baseado em Mulher-Maravilha por William Moulton Marston. Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Connie Nielsen, Elena Anaya

Por Gabriella Tomasi

Mulher-Maravilha teve sua origem lá em 1941 quando um escritor chamado William Moulton Marston publicou a primeira aventura e apresentou a heroína ao mundo. Após alguns filmes animados e a famosa adaptação para a televisão em 1975, cujo seriado elencava a icônica Lynda Carter como protagonista, infelizmente sua história jamais fora contada na tela do cinema embora diversos outros heróis fossem objetos de inúmeras versões diferentes e spin-offs, como Batman e Super-Homem. Em pleno 2017 já estava mais do que obrigatória a presença feminina que, antes da estréia da Liga da Justiça, passa a ter sua visão de mundo relatada.

Leia também:  Aguardada estreia, “Norman: Confie em Mim” entra em cartaz nos cinemas

A trama tem início quando Bruce Wayne envia uma fotografia da protagonista encontrada lá em Batman vs. Superman. Obviamente, o gesto emociona e lhe trás todas as lembranças que a partir de então são desenvolvidas pela narrativa. Somos transportados para Temiscira, uma ilha habitada somente por amazonas guerreiras destinadas a manter a paz de todo o mal do mundo. Diana (Gadot) nos conta como cresceu e recebeu todo o treinamento para se tornar a mulher que nós conhecemos atualmente. Certo dia, o piloto Steve Trevor (Pine) acidentalmente cai na ilha com seu avião que estava em meio à uma batalha. Após salvá-lo, Steve lhe conta sobre a Primeira Guerra Mundial – ou a Grande Guerra como era referida – que estava acontecendo e a devastação alemã. Suspeitando se tratar do trabalho do deus da guerra Ares, para colocar em perigo e contaminar a mente da humanidade, a heroína decide acompanhá-lo na jornada para acabar com o conflito.

Leia também:  Mulher-Maravilha, Logan, O Chamado 3: os melhores e piores filmes de 2017 (até agora)

A direção de arte e a fotografia trabalharam em conjunto e criaram um contraste maravilhoso: se nos minutos iniciais nos deparamos com águas cristalinas, clima quente, com muita luz amarela e branca, Diana cai no mundo britânico e do homem…Continua a leitura

UCI OrientCinemas



Deixe uma resposta