Crítica: "O Mínimo Para Viver" acerta ao tocar no tema da anorexia | Cabine Cultural
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Crítica: “O Mínimo Para Viver” acerta ao tocar no tema da anorexia

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O Minimo Para Viver

O Minimo Para Viver

Dirigido e roteirizado por Marti Noxon. Elenco: Lily Collins, Carrie Preston, Lili Taylor, Keanu Reeves, Alex Sharp, Liana Liberato, Brooke Smith, Leslie Bibb, Kathryn Prescott

Por Gabriella Tomasi

Se analisarmos a forma como o mercado se comporta, é louvável que a Netflix concentre suas produções em temas delicados, mas ainda muito importante de serem discutidos, ainda que a produção cinematográfica e a televisão optem por caminhos mais conservadores. Dessa forma, somos introduzidos a novos temas que poucos ousam desenvolver como os males da indústria em Okja; o suicídio adolescente na série 13 Reasons Why e; agora, os distúrbios alimentares em O Mínimo Para Viver, os quais estão cada vez mais presentes em nossa sociedade.

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Se por um lado é um extremo avanço permitir que tais questões sejam debatidas e refletidas pelo espectador, até para educar as pessoas; por outro lado pode se revelar muitas vezes um perigo como cada um absorverá as informações desenvolvidas em tela. Nem preciso mencionar a polêmica gerada em 13 Reasons Why para comprovar o que falo. E, neste aspecto, o cinema tem um compromisso e uma responsabilidade muito séria.

A história envolve Ellen, de 20 anos, interpretada por Lily Collins que sofre de anorexia. Após sair de mais uma internação por sabotagem própria, ela retorna à casa do pai e da madrasta, onde se reúne com sua meia-irmã para a vida de classe média. Cada vez mais preocupada com o estado quase cadavérico de sua enteada, a madrasta a leva para um médico renomado, Dr. Beckham (Reeves), como último recurso, acreditando que seu método não tão convencional possa ajudar com a recuperação…Continua a leitura



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