Crítica: Netflix estreia em agosto o sensacional "It Follows" – Corrente do Mal | Cabine Cultural
Cinema Notícias

Crítica: Netflix estreia em agosto o sensacional “It Follows” – Corrente do Mal

It Follows

It Follows

Exibido no Festival de Cannes, escrito e dirigido por David Robert Mitchell, é um dos filmes de terror mais sensacionais dos últimos tempos; merecido

O primeiro dia de agosto reserva um dos melhores acontecimentos do mês no mundo da Netflix. Isso porque a líder mundial de streaming estreia neste dia um filmaço, desses que todos devem assistir, principalmente se você for fã de filmes de terror: IT FOLLOWS – Corrente do Mal.

Considerado um dos melhores filmes de terror das últimas temporadas americanas, Corrente do Mal, de David Robert Mitchell, conseguiu o que poucos filmes do gênero conseguiram: ser consenso.

O longa-metragem, uma quase obra-prima do terror, foi exibido na Seleção Oficial do Festival de Sundance, na Semana da Crítica do Festival de Cannes, no Festival Internacional de Cinema de Toronto e foi vencedor do Austin Fantastic Fest nas categorias Melhor Filme e Melhor Roteiro.

E por que o filme é tudo isso?
Porque quando há convergência de roteiro, direção, boa trama, atuações legais, trilha sonora sensacional e tudo o mais, o filme geralmente é bom. Neste caso Corrente do Mal proporciona ao espectador uma experiência que mistura o contemporâneo com o cinema clássico, sobretudo os filmes dos anos 1980. O filme chega a ser estranho, e acaba lembrando-nos do maravilhoso Donnie Darko, uma obra-prima da estranheza.

A trama
Algo apavorante está rondando os adolescentes de um subúrbio de Detroit. A bela Jay, de 19 anos, não parece perceber: ela aproveita o outono ao lado de sua irmã Kelly, de seus amigos de escola e de seu novo namorado, Hugh, com quem faz sexo pela primeira vez. Após o ato, porém, ela não consegue evitar a sensação de que alguém – ou algo – está seguindo todos os seus passos. À medida que a ameaça torna-se mais real, Jay e seus amigos descobrem que ela se tornou o principal alvo de uma força macabra e inexplicável.

A simbologia do sexo como elemento catalisador do início das situações de terror é fascinante, e abre pano para muitas discussões sobre metáforas. O sexo acaba sendo também uma espécie de homenagem aos filmes de terror dos anos 1980, onde o sexo sempre estava relacionado com a morte (só lembrar-nos de Jason em Sexta-feira 13).

Corrente do Mal representa o terror tão amado de cada dia. Para os assinantes da Netflix, um presente. Dia 1º de agosto.

Deixe uma resposta