Crítica: vale a pena assistir Baby Driver “Em ritmo de fuga”?
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Crítica: vale a pena assistir Baby Driver “Em ritmo de fuga”?

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Em Ritmo de Fuga

Em Ritmo de Fuga

“Com direção e roteiro de Edgar Wright que já dirigiu clássicos como Todo Mundo Quase Morto e Scott Pilgrim Contra o Mundo”

NoSet

Baby Driver ou em português ‘Em ritmo de fuga’ tem tudo para ser aquele filme que vai ser lembrado com carinho e ser o queridinho da galera. Pois, Baby (Ansel Elgort) já é cativante por si próprio, o ator já tem um carisma que vem de outras interpretações, como o fofo Augustus Waters de A Culpa é das Estrelas, provavelmente um dos seus papéis de maior destaque. Bom, o longa-metragem conta a história de Baby, piloto de fuga de grandes assaltos, que trabalha sempre no ritmo de suas trilhas sonoras pessoais oriundas dos vários iPods. Ele muda quando conhece Deborah (Lily James) e se apaixona, diga-se de passagem, outro coringa no filme, uma vez que a mocinha interpretou nada mais, nada menos que a Cinderela na versão live-action.

Kevin Spacey é Doc o líder deles, responsável por planejar todos os assaltos, passando por todos os detalhes, como local, armamento, etc. Sua equipe é formada por Bats (Jamie Foxx), Darling (Eiza González), Buddy (Jon Hamm), J. D (Lanny Joon), além de Baby. Os caras são realmente bons tiras, mandam bem na ação, principalmente quando essa trata-se de fugir ou dar alguns tiros. Mas, são assassinos a sangue frio quando o assunto é aliviar a própria barra.

Com direção e roteiro de Edgar Wright que já dirigiu clássicos como Todo Mundo Quase Morto e Scott Pilgrim Contra o Mundo…


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