Crítica: Planeta dos Macacos – A Guerra é ruim, bom ou um filmaço?
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Crítica: Planeta dos Macacos – A Guerra é ruim, bom ou um filmaço?

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Planeta dos Macacos - A Guerra

Planeta dos Macacos – A Guerra

“César quer acabar com a matança, mas um coronel desequilibrado quer exterminar os símios a todo custo”

Por NoSet

A franquia de Planeta dos Macacos passou por poucas e boas no cinema. Partindo do surgimento da primeira versão de 1968 (que ganhou continuações até 1973), até a de 2001 estrelada por Mark Wahlberg, a cronologia da saga tem sido deveras distópica desde então. No entanto, por se tratar de uma ficção científica, tal linha do tempo esteve bem menos confusa que a de X-Men, por exemplo, pois a série, famosa por abordar questões políticas e sociais, voltou com tudo no reboot de 2011. Desse modo, Planeta dos Macacos – A Guerra, que já tem sido elogiado lá fora, acaba de entrar em circuito brasileiro. Então fique comigo e saiba o que esperar do último capítulo desta célebre trilogia!

Na trama, as ações de Koba (Toby Kebbell) iniciaram a guerra entre símios e humanos, e César (Andy Serkis) se torna um líder em tempo de guerra. Dois anos se passam desde O Confronto e a guerra é terrível para ambos os lados. César quer acabar com a matança, mas um coronel desequilibrado quer exterminar os símios a todo custo. Não querendo entrar em detalhes que acabem em spoilers, mas esse 3º longa tenta direcionar ainda mais a linha do tempo concisa para o que conhecemos desde o início de tudo, lá atrás, em 68 – época cujo avanço dos efeitos visuais não convém nem comparar com os de hoje…


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