Crítica: Supercine deste sábado exibe a ótima comédia "De Repente Pai" em homenagem ao Dia dos Pais | Cabine Cultural
Notícias Televisão

Crítica: Supercine deste sábado exibe a ótima comédia “De Repente Pai” em homenagem ao Dia dos Pais

De Repente Pai

De Repente Pai

Filme vai ao ar neste sábado, dia 12 de agosto, por volta das 1 da madrugada, logo após o programa Zero 1

De Repente Pai, refilmagem do longa-metragem canadense Meus 533 Filhos (2011), é um filme sobre paternidade, e por conta disso nada mais normal que a sessão Supercine deste sábado, dia 12 de agosto, exibir o filme como forma de homenagear todos os pais (domingo é o Dia dos Pais).

Mesmo com algumas falhas observadas em sua execução, ao final do filme fica o sentimento de que a experiência foi agradável, nada que se torne inesquecível, mas também nada que seja digna de execração publica. É por isso que estamos aqui falando de uma boa dica de filme família, com final onde todos saem felizes.

Crítica
O filme conta a história de David Wozniak (Vince Vaughn), que com seus quarenta e poucos anos ainda vive uma vida estritamente adolescente, com pouco espaço para responsabilidades e com imaturidade de sobra. Ele trabalha como motorista do açougue da família, emprego conquistado somente pelo fato de ser filho do dono; na vida pessoal, mantém um relacionamento instável com a namorada (a linda Cobbie Smulders), além de possuir uma dívida com agiotas de 80 mil dólares.

Já a relação com sua namorada (Emma), um pouco melhor trabalhada – já que desde o início da história ela é desenvolvida – acaba sendo um pouco mais produtiva, permitindo que o espectador perceba as mudanças pelas quais sua vida passou, e o que isso acarretou na sua personalidade e nas mudanças de suas atitudes.

Por fim, é na sua relação com Brett, o melhor amigo (Chris Pratt em boa atuação) que se encontra o ponto forte da história. Brett, um advogado não praticante, meio bobo, mas com três filhos, acaba servindo na narrativa de referência para os acontecimentos da vida de David. Todas as sequências dos dois conseguem atrair um sorriso, nem que seja tímido, do espectador, e a química envolvendo a dupla é indiscutivelmente a melhor que o filme possui.

De Repente Pai é um filme bastante família, agradável, que não ofende os neurônios, mas que também não os põem para trabalhar mais que o normal. Ele diverte, sendo uma boa opção para aquela tarde que não há muito que fazer, restando assim pegar uma boa pipoca, alguma bebida, sentar-se confortavelmente no sofá e assistir algo que sirva de acompanhamento para tudo isso. De Repente Pai pode ser tranquilamente este acompanhamento.

UCI OrientCinemas

Deixe uma resposta