Crítica: vale a pena assistir “A Torre Negra”, grande estreia da semana?

A Torre Negra
A Torre Negra

“O que acontece de errado aqui reside prioritariamente em uma total ausência de cuidado no que tange à fonte escrita por King”

Por João Paulo Barreto

Existem dois modos de se abordar A Torre Negra, filme que tenta adaptar a série de livros criada durante mais de trinta anos pelo escritor estadunidense Stephen King. Um é sob a óptica do puro entretenimento cinematográfico, algo que, com a ideia de se tratar de um rápido programa de 90 minutos, até que pareceria promissor como uma produto fugaz para divertir o espectador não familiarizado com a obra literária. Mesmo já tendo lido todos os sete livros da série (sem contar o seu retorno àquele universo em 2012, com O Vento Pela Fechadura), foi com isso em mente que entrei na sala de cinema. Afinal, é preciso lembrar-se que se trata de mídias e propostas distintas.

A esperança era de que, mesmo sabendo ser impossível com a metragem de uma hora e meia, o diretor Nikolaj Arcel conseguisse algo fluído de sua adaptação.  Quem sabe o público poderia receber uma história de ação redonda, que extraísse, ao menos, alguma essência do clima de faroeste que o livro possui, ou talvez, reconhecendo o vasto universo que se propunha a abordar, se centrasse apenas em um trecho inicial do seu riquíssimo material previamente existente. Van esperança, infelizmente.

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